Após sair da "UTI", São Paulo se vê capaz de ser tetracampeão da Libertadores

Por Gazeta |

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Um dos diferencias do time - que motivou a torcida a novamente gritar "o campeão voltou" - em relação ao que vinha fazendo partidas ruins no torneio foi a raça dos atletas

O São Paulo esteve muito perto de dar adeus à Libertadores na quarta-feira, mas conseguiu no Morumbi o que poucos acreditavam. Com a vitória por 2 a 0 sobre o líder e até então invicto Atlético-MG e a derrota do The Strongest para o Arsenal, a equipe de Ney Franco se reabilitou e garantiu vaga nas oitavas de final, para a qual irá com moral elevado, na opinião do técnico.

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"Não chegamos a morrer, mas ficamos na UTI (Unidade de Terapia Intensiva, local nos hospitais onde são tratados pacientes com casos mais graves). Agora, a gente voltou à normalidade, e esperamos ter mais competência para não passar tanto aperto assim", disse, prevendo sequência na reabilitação caso o bom desempenho se repita nos próximos compromissos - na fase seguinte, cujas partidas ainda não têm data definida pela Conmebol, o adversário do São Paulo será o próprio time mineiro.

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"Podemos cair nas oitavas, como podemos chegar à final e sermos campeões. Conversamos no vestiário sobre o poder do time. Se jogar nesse nível, mobilizado, como time... Hoje (quarta-feira) a gente jogou como time. Se tiver essa competência daqui para frente, não vamos passar por esse aperto que passamos na fase de grupos", opinou.

Rogério se ajoelha e comemora gol do São Paulo . Foto: Djalma Vassão/Gazeta PressRogério bate no canto esquerdo de Victor e marca para o São Paulo. Foto: Miguel Schincariol/ Gazeta PressGanso mata bola no peito no jogo entre São Paulo e Atlético-MG. Foto: Djalma Vassão/Gazeta PressRonaldinho Gaúcho tenta escapar da marcação de Lúcio. Foto: Djalma Vassão/Gazeta PressAloísio é derrubado na primeira etapa. Foto: SERGIO BARZAGHI / Gazeta PressDouglas sofre carrinho de Richarlyson no Morumbi. Foto: Miguel Schincariol/ Gazeta PressRonaldinho Gaúcho mata bola no peito no início de jogo. Foto: Miguel Schincariol/ Gazeta Press

Um dos diferencias do São Paulo de quarta-feira - que motivou a torcida a novamente gritar "o campeão voltou" - em relação ao que vinha fazendo partidas ruins no torneio foi a raça dos atletas. Ney Franco, entretanto, deu maior importância a outros aspectos, destacando ainda jogador por jogador.

"Além da entrega, nossa equipe jogou melhor taticamente. Os jogadores estavam mais concentrados, mais equilibrados. Isso sai dessa questão de raça", falou o comandante, que não poupou elogios "desde Rogério Ceni até o último homem". Para ele, laterais, zagueiros, volantes, meia e atacantes fizeram um ótimo trabalho para dar nova vida à antes ameaçada equipe.

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