"Não prometi uma arena livre de falhas dessa natureza, e sim uma moderna, pronta para grandes espetáculos", disse Frank Alcântara

Frank Alcântara, presidente da Arena Fonte Nova, acordou cedo para ir ao estádio acompanhar o clássico inaugural entre Bahia e Vitória , neste domingo. Preocupado com os ajustes finais do local que servirá de sede para a Copa das Confederações deste ano e para a Copa do Mundo de 2014, ele aproveitou para recolher um parafuso esquecido no chão, para pedir aos seus funcionários secarem uma parte molhada do piso e para orientar torcedores.

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“Não prometi uma arena livre de falhas dessa natureza, e sim uma moderna, pronta para grandes espetáculos. A gente vai melhorar o resto com o tempo. Estou pedindo para as pessoas chamarem os nossos orientadores e relatarem os eventuais problemas que encontrarem. Foi com essa intenção que distribuímos panfletos com recomendações para o público”, comentou Alcântara.

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O próprio presidente da Arena Fonte Nova não se omitiu de mencionar as falhas que constatou. “Acompanhei pessoalmente a entrada do público na catraca norte e vi que demorou um pouquinho a mais para abrir. Mas foi tranquilo. Havia apenas algumas pessoas que queriam ser as primeiras a entrar. No setor sul, alguns torcedores não sabiam o seu portão de acesso, mas tudo estava sinalizado”, comentou.

Frank Alcântara ainda destacou que tomou providências para minimizar as filas diante da Fonte Nova. “Distribuímos água e pipoca para quem estava ali. O atraso que presenciei durou aproximadamente 25 minutos e foi por questão de posicionamento, mas não gerou incômodo para a população”, garantiu.O presidente só não gostou de ouvir a reclamação de que um dos seus 700 orientadores alegou estar em treinamento diante das catracas. “Tenham dó. Se existir alguém sendo treinado agora, na hora do jogo, pego um revólver e me mato. Isso não aconteceu. De forma alguma”, rebateu.

O resultado final da organização da Arena Fonte Nova para receber o Ba-Vi, no entanto, foi positivo, segundo Frank Alcântara. “É um dia especial. O fato de haver um ou outro problema não quer dizer que o estádio não esteja acabado. Se fosse assim, ninguém estaria aqui hoje. Estou feliz, vendo muitas famílias e crianças na arena. É a coroação de um trabalho iniciado há um longo tempo”, sorriu.

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