Conquistas do clube de 2012 e fora de campo são valorizadas, mas resultados do time com Vágner Mancini nesta temporada preocupam Paulo Wanderley

Paulo Wanderley, presidente do Náutico
Simone Vilar/Divulgação/Náutico
Paulo Wanderley, presidente do Náutico

Apesar da fase um pouco conturbada, causada pela derrota para o Santa Cruz, no último domingo, nos Aflitos, o presidente do Náutico , Paulo Wanderley, só tem motivos para comemorar. Para o mandatário do clube, o Timbu vive uma fase única em sua história, que precisa ser valorizada.

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“O Náutico continuou na Série A (do Campeonato Brasileiro), e continuou bem, acabando em 10º lugar. Há 44 anos não disputava uma competição internacional, e agora está de volta (o clube disputará a Copa Sul-americana este ano). Poucos clubes no Brasil tem um CT como o do Náutico. Poucos vão ter a oportunidade de jogar em uma Arena (Pernambuco, que está sendo construída para a Copa do Mundo) como a que vamos jogar. Não restam dúvidas de que o Náutico foi o clube que mais cresceu no Nordeste", declarou Wanderley.

Wanderley também comentou a convocação do lateral-esquerdo Douglas Santos, chamado para defender a Seleção Brasileira no amistoso contra a Bolívia, neste sábado. Até então, o último jogador convocado pelo Náutico havia sido Nado, em 1966.

“Se ele tiver que sair agora, ele vai sair. Se for pra ser depois, será depois. Vamos fazer o melhor negócio que a gente achar que pode ser feito”, disse o presidente alvirrubro sobre uma possível transferência de Douglas, que tem contrato até 2016 e multa rescisória estipulada em R$23 milhões.O presidente disse que a permanência do técnico Vágner Mancini, muito criticado pela torcida pelas derrotas nos clássicos, está condicionada aos resultados.

"Todos sabemos que o que segura treinador é resultado. Eu tive uma conversa tranquila com ele (Mancini) na segunda e falei essas questões, que ele já sabia. Na realidade toda a administração do clube é mantida por bons resultados", afirmou.

O dirigente também aproveitou para encerrar a polêmica sobre o desentendimento entre Mancini e o médico do clube, Fábio Ribas, que discutiram durante o treinamento da última quarta-feira.

“Não chamo de desentendimento. Vágner tem a necessidade de ter um jogador, e ele pediu que o departamento médico liberasse. Ele pediu ao doutor Fábio, talvez de uma maneira mais enfática, mas já está tudo superado. Tivemos uma conversa, e isso é normal”, explicou.

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