Sete atletas do Arsenal são indiciados por lesão corporal e desacato

Por iG São Paulo * |

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Jogadores foram levados à delegacia após confronto com policiais no Independência e foram liberados no fim da madrugada para voltar à Argentina

Sete jogadores do Arsenal de Sarandí foram indiciados pelo conflito com a polícia após a goleada por 5 a 2 sofrida para o Atlético-MG pela Copa Libertadores. Os atletas foram autuados por desacato e lesão corporal após audiência emergencial e foram liberados no fim da madrugada desta quinta para retornarem à Argentina.

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Policial armado em frente aos jogadores do Arsenal no Independência. Foto: Eugenio Savio/APPM entrou armada no gramado do Independência e entrou em confronto com jogadores do Arsenal. Foto: Eugenio Savio/APJogadores do Arsenal entram em confronto com a Polícia Militar no Independência. Foto: Eugenio Savio/APRonaldinho comemora gol na goleada do Atlético-MG sobre o Arsenal de Sarandí. Foto: Washington Alves/ReutersJogadores do Arsenal pressionaram a arbitragem ao fim do primeiro tempo. Foto: Eugenio Savio/APLuan tenta se livrar da marcação do Arsenal. Ele fez o terceiro da goleada. Foto: Eugenio Savio/AP

Ainda de acordo com a decisão judicial, os jogadores foram multados em R$ 38 mil em referência a lesões a um jornalista e policiais. A diretoria do Atlético-MG emprestou a quantia para os argentinos.

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Dos R$ 38 mil, R$ 26 mil serão doados a cinco instituições filantrópicas. Outros R$ 4 mil serão destinados a um jornalista agredido, enquanto os R$ 8 mil restantes irão para dois policiais envolvidos na confusão. A decisão foi tomada ainda no Independência, pela juíza Patrícia Froes, de plantão no momento da confusão.

Os jogadores indiciados foram identificados por imagens de TV como responsáveis pela confusão: Ortíz, Pérez , Nervo, Benedetto, Marcone e Céliz. Um sétimo atleta envolvido não teve a identidade confirmada, mas deve ser o meia Aguirre.

A coronel Claudia Araújo Romualdo, que foi agredida pelo volante Marcone, explicou a origem da confusão. "O que eu presenciei foi a minha organização com os policiais para que os atletas pudessem acessar aos vestiários com segurança, por isso fizemos um cordão de isolamento. Quando eles passaram pela polícia, inexplicavelmente, começaram com as agressões", contou, afirmando ainda que não se disparou e nem se utilizou gás contra os atletas.

*Com agências

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