Jogadores do Arsenal-ARG se envolveram em confusão com polícia de MG, mas atleticanos saíram sem se envolver

Ainda no calor do jogo, no qual o Atlético-MG goleou por 5 a 2, Alexandre Kalil, presidente do clube mineiro, não poupou críticas à postura violenta adotada pelos jogadores do Arsenal de Sarandi na saída do campo. Ao se lembrar do histórico de confusões da Libertadores da América, o mandatário atleticano classificou o adversário desta quarta-feira como time pequeno, afirmando que o futebol mudou.

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"Não tem esse negócio de Libertadores. É futebol, igual em qualquer competição. São times menores. Com os grandes times, isso não acontece mais. Acontece quando vem time menor, achando que pode chegar aqui e a polícia vai ficar só no escudinho. Não vai. A polícia está aqui para defender o árbitro, o delegado, os times. Agora, não pode agredir polícia. O Atlético não tem nada com isso. A polícia vai resolver com quem agrediu", afirmou Kalil.

O técnico Cuca também lamentou o fato do Arsenal-ARG ter criado confusão no final do jogo no Independência. Segundo ele, os argentinos chegaram a quebrar o vestiário e a bater em policiais brasileiros, fato condenado pelo treinador alvinegro, que afirmou que este tipo de situação não faz parte do futebol.

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"Os caras vierem aqui e bateram na nossa polícia, deram um chute nas costas, eu estava do lado vendo. Este tipo de coisa para mostrar que é mais macho. É difícil vir aqui e falar de um episódio que se torna maior que a beleza que foi o jogo. Eles sempre acham uma confusão para quebrar um vestiário, para bater em alguém, e isso não é futebol", declarou.

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