Presidente do Corinthians se reuniu com Antônio Patriota e José Eduardo Cardozo e tratou de uma intervenção do governo federal pela libertação dos 12 torcedores de Oruro

Mário Gobbi conversa com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em Brasília
Rodrigo Coca/Ag. Corinthians
Mário Gobbi conversa com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em Brasília

O presidente do Corinthians , Mário Gobbi, esteve em Brasília nesta quarta-feira e se encontrou com José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça e com Antônio de Aguiar Patriota, ministro das Relações Exteriores, para pedir a intervenção do governo federal para tentar libertar os 12 torcedores corintianos presos na cidade de Oruro, na Bolívia, desde o último dia 20 de fevereiro. Eles são investigados pela morte de Kevin Beltrán durante partida do Corinthians contra o San José pela Libertadores.

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“Vim aqui cumprir uma missão como cidadão. Não podemos achar justo a prisão de inocentes, sejam eles quem forem. E, no caso, são torcedores do Corinthians. Veja que não queremos a liberação de culpados. Pedimos o contrário: para que pessoas que não tenham envolvimento com o ocorrido não tenham negado o direito de liberdade”, disse Gobbi ao site oficial do Corinthians.

O governador da província de Oruro, Santos Tito, promete tomar providências para apurar as denúncias de maus-tratos feitas pelos 12 torcedores do Corinthians presos na penitenciária de San Pedro..

Mário Gobbi se encontrou com ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota
Rodrigo Coca/Ag. Corinthians
Mário Gobbi se encontrou com ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota

“Talvez não tenha ficado claro, mas ação do Corinthians desde o ocorrido foi planejada e executada. Primeiro cuidamos para que o clamor público não acarretasse ao clube punição exagerada e que fosse retirado do clube o direito de defesa. No segundo momento, tratamos de prestar solidariedade à família do jovem Kevin, em um processo que não é simples, respeitando o luto da família e com auxílio e participação direta do consulado brasileiro. Com essas duas questões resolvidas, é hora de cuidar para que os inocentes sejam protegidos pela lei”, completou o presidente.

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