Corintianos presos na Bolívia jogam bola e usam camisas com pedido de liberdade

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Doze torcedores permanecem presos em Oruro por suposta participação na morte de Kevin Beltrán Espada em fevereiro

Sete dos 12 corintianos presos na Bolívia foram liberados na noite de quinta-feira, dia 6 de junho. Foto: Daniel Rodrigo/ReutersCorintiano exibiu a bandeira do Brasil ao deixar a prisão na Bolívia. Foto: Daniel Rodrigo/ReutersOs 12 corintianos presos em Oruro. Eles são investigados pela morte de Kevin Beltrán Espada durante a partida entre Corinthians e San José. Foto: Daniel Rodrigo/ReutersCorintianos participam de jogo com outros presidiários na cadeia de Oruro. Foto: Daniel Rodrigo/ReutersCorintianos posam para fotos com bolivianos em presídio de Oruro, onde estão presos desde 20 de fevereiro. Foto: Daniel Rodrigo/ReutersCorintianos presos em Oruro, na Bolívia. Foto: Daniel Rodrigo/ReutersCorintianos presos usam camisa em homenagem a Kevin Beltrán. Foto: Daniel Rodrigo/ReutersCorintianos na quadra do presídio San Pedro, em Oruro, na Bolívia. Foto: Daniel Rodrigo/ReutersOs torcedores corintianos foram transferidos para um presídio de Oruro. Foto: APTorcedores da Gaviões da Fiel fizeram protesto em frente ao Consulado da Bolívia em São Paulo. Foto: Gazeta PressTorcida pediu por justiça aos detentos de Oruro. Ela alega que eles são inocentes. Foto: Gazeta PressTorcida do Corinthians protesta em frente ao Consulado da Bolívia na Avenida Paulista. Foto:  J. Duran Machfee/Futura Press

Os 12 torcedores do Corinthians presos em Oruro, na Bolívia, desde 20 de fevereiro, posaram para fotos da agência Reuters no último domingo. Nelas, os corintianos jogam bola com outros detentos do presídio San Pedro e usam camisas em homenagem a Kevin Beltrán Espada.

Leia também: Suplicy aciona ministro por informações sobre corintianos na Bolívia

O garoto de 14 anos foi morto durante partida entre o Corinthians e o San José na Libertadores e os 12 são investigados pela justiça boliviana: dez como cúmplices e dois como possíveis autores do disparo do sinalizador naval que matou Kevin. O menor H.A.M, de 17 anos, que assumiu a culpa pelo incidente já em São Paulo não é investigado pelos bolivianos porque sua confissão não foi feita na Bolívia. 

Hà um mês, alguns corintianos de São Paulo fizeram protestos em frente ao consulado boliviano da capital paulista pedindo pela liberdade dos 12 presos. A defesa dos corintianos alega que com o verdadeiro autor do disparo conhecido, a prisão na Bolívia fere o direito dos torcedores de  se defender em liberdade. 

O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) foi a Oruro ver a situação dos corintianos na última semana. Segundo Ferraço, o presídio San Pedro pode receber 200 presos, mas conta com 1.500 detentos. Ele pede a intervenção do governo brasileiro no caso.

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