Volante foi contratado no início do ano passado, mas uma série de lesões prejudicou sua sequência no time do São Paulo

Contratado para o começo da temporada 2012, Fabrício conseguiu apenas nesta quarta-feira participar em tempo integral de um jogo com a camisa do São Paulo. Na vitória por 2 a 0 sobre o Paulista, em Jundiaí , o volante suportou os 90 minutos e, na saída de campo, recebeu caloroso abraço do goleiro Rogério Ceni.

Mesmo feliz, Rogério Ceni volta a dizer que a Libertadores é muito mais difícil

"O Fabrício é meu parceiro de rock and roll, de guitarra, violão, amplificador. Fico feliz porque é um dos caras mais profissionais que já conheci. Às vezes passa impressão errada. Se eu fosse tão profissional quanto ele, jogaria até aos 50 anos", explicou o capitão, contente pelo colega.

Rogério Ceni abraça Fabrício no duelo contra o Paulista
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Rogério Ceni abraça Fabrício no duelo contra o Paulista

Uma série de lesões foi o que atrapalhou Fabrício no clube. Depois de conviver com dores no calcanhar esquerdo e na panturrilha direita, ficou mais de seis meses em recuperação de cirurgia no joelho esquerdo.

No ano passado, disputou somente quatro partidas. Nesta temporada, antes de enfrentar o Paulista, atuou cinco vezes: diante de Guarani, Linense, Penapolense, The Strongest e Arsenal. Mas foi em Jundiaí a primeira oportunidade de iniciar como titular e continuar até o apito final.

"Foi bom. Estou trabalhando para dar conta do recado", comemorou, sem se empolgar. "Preciso melhorar muito. Não tinha jogado o tempo todo ainda".

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