Queda de produção após bom desempenho no início da Taça Guanabara faz 'xodó' ouvir críticas das arquibancadas, mas ele garante não se abater

O Dia

Rafinha, meia-atacante do Flamengo
André Mourão/Agência O Dia
Rafinha, meia-atacante do Flamengo

"Eu sabia que isso iria acontecer uma hora, que as críticas viriam. Estou com a cabeça no lugar, pois tudo vai voltar ao normal". As palavras são do meia Rafinha, destaque do Flamengo na Taça Guanabara e que, aos 19 anos, já experimenta os altos e baixos do futebol.

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Agora na mira dos adversários, Rafinha lembra no primeiro turno tudo deu certo, "a bola entrava toda hora".

"A vida é assim: você vai ganhar e vai perder. Precisa saber lidar com isso e aguentar a pressão. Hoje dois marcadores chegam em mim, por isso tento me movimentar mais. É apenas meu primeiro ano como profissional. Essa oscilação é normal e não adianta inventar muito", argumentou.

A queda de rendimento foi sentida nas arquibancadas. Rafinha, antes tratado como xodó, começa a ouvir protestos e até vaias.

"Procuro me concentrar no futebol e no Flamengo. Pensamos sempre em vencer, principalmente com a situação ruim na tabela. Seria uma vergonha o Flamengo ficar fora da semifinal. As pessoas vão mexer comigo na rua, meu porteiro vai me sacanear, enfim, eu tenho certeza de que nada disso vai acontecer. O Flamengo vai se classificar", finalizou.

O próximo jogo do Flamengo será contra o Bangu, nesta quarta-feira, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, às 22h. A vitória é importante para subir de posição na tabela do Grupo B da Taça Rio. Atualmente o Flamengo ocupa a sexta colocação ao lado do Boavista.

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