Presidente do Palmeiras admitiu contato com o atacante, mas revelou que Adriano precisa perder peso e voltar a boa forma

Paulo Nobre, presidente do Palmeiras
Gazeta Press
Paulo Nobre, presidente do Palmeiras

Gilson Kleina e o elenco querem Adriano no Palmeiras, e a diretoria não vai fechar as portas do clube para o atacante. Mas Paulo Nobre impõe uma condição antes até de iniciar qualquer negociação com o Imperador: o jogador precisa mostrar que está em forma.

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Foi o que respondeu o presidente quando o centroavante foi oferecido, dias após a venda de Barcos ao Grêmio. "Dissemos que ele deveria treinar em uma academia. Ele poderia treinar na Academia de Futebol (centro de treinamento do Verdão) depois de entrar em forma, mas não passou disso", disse o dirigente.

Nobre teve que falar da situação mesmo estando na Inglaterra, chefiando a delegação da Seleção Brasileira que enfrenta a Rússia em amistoso em Londres, nesta segunda-feira. E deixou claro que não descarta a chegada do Imperador, embora reitere que não teve mais do que uma conversa com ele há quase dois meses.

"O Palmeiras estaria disposto a colocar um profissional à disposição dele, para que voltasse a ter o peso de um atleta profissional. É claro que o clube não negaria ajuda a um ser humano", prosseguiu o presidente.

A contratação de Adriano é apontada até como uma necessidade por Kleina, que já constatou a ineficiência de Kleber e Caio na missão de fazer os gols do time, suprindo a falta de Barcos. Os jogadores também se animam com a possibilidade: Mauricio Ramos, um dos líderes do elenco, falou em nome do grupo da vontade em ter o Imperador como colega.

Mas o presidente Paulo Nobre e o diretor executivo José Carlos Brunoro nem procuraram Kleina após o jogador ser oferecido, durante o Carnaval. Ambos estão reticentes quanto a algum acerto, já que Adriano não joga desde março do ano passado, teve seu contrato rescindido com o Corinthians por falta de profissionalismo e nem entrou em campo pelo Flamengo, que também não quis manter seu vínculo.

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