Derrota no México e “gracinhas” do Tijuana motivaram corintianos em vitória

Por Bruno Winckler - iG São Paulo |

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Perda da invencibilidade há uma semana e desrespeito de rivais fizeram com que vontade corintiana fosse maior em duelo no Pacaembu

Paulinho cabeceia e fecha o placar para o Corinthians diante do Tijuana. Foto: Miguel Schincariol/ Gazeta PressFábio Santos disputa bola de cabeça no Pacaembu. Foto: Andre Penner/APO peruano Guerrero celebra seu gol no primeiro tempo. Foto: Andre Penner/APPato comemora o primeiro gol do Corinthians contra o Tijuana. Foto: Miguel Schincariol/ Gazeta PressRenato Augusto aperta a marcação em cima de Corona no primeiro tempo. Foto: Andre Penner/APA bola passa por Pato dentro da área e o atacante lamenta. Foto: Miguel Schincariol/ Gazeta PressTorcida compareceu ao Pacaembu e fez mosaico alusivo ao bimundial do clube. Foto: Miguel Schincariol/ Gazeta PressMosaico "Bi Mundial" começa a ser montado no Pacaembu antes de Corinthians x Tijuana. Foto: Bruno Winckler / iG

Os jogadores do Corinthians não esconderam que estavam “engasgados” com os rivais do Tijuana após a vitória por 3 a 0 nesta quarta-feira no Pacaembu. O motivo é simples. Na visão dos corintianos, os jogadores do “Xolos” desrespeitaram a equipe há uma semana, na partida entre as equipes no estádio Caliente vencida pelos mandantes e que interrompeu uma sequência de 16 jogos sem derrota do Corinthians na Libertadores.

“Lá a gente aguentou pedalada, toca para um lado, olha para o outro... Hoje não teve isso aqui”, disse o lateral esquerdo Fábio Santos. “Jogamos melhor e mostramos que em condições normais podemos jogar melhor”, completou. No México, o estádio do Tijuana tem grama sintética e, segundo os corintianos, atrapalhou o desempenho.

“Aquele campo não pode ser liberado. Tem gramas sintéticas de melhor qualidade. Lá você joga um soçaite ampliado com bola de campo”, comentou o técnico Tite. “Aqui mostramos o nosso DNA, que jogar leal, competir na bola e vencer por merecimento”, disse o técnico, preferindo não entrar na “pilha”, dos atletas, mas não escondendo a insatisfação com a violência do time rival. “Foram cinco amarelos? Foi pouco. Podem anotar aí”

O atacante Guerrero também relatou que ele e seus companheiros estavam “mordidos”. “A gente não passou bons momentos lá (em Tijuana). Eles fizeram muita gracinha, bateram muito também. Hoje (quarta) a gente entrou concentrado em fazer um bom jogo”, disse o peruano.

“Por nós estarmos fazendo um bom jogo, eles ficaram nervosos. A gente demonstrou nossa qualidade no campo e eles bateram. Aqui não adiantou”, disse. Foram cinco cartões amarelos para os mexicanos no Pacaembu.

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