Uma das dificuldades do treinador na formação tática é conciliar as participações de Jadson e Paulo Henrique Ganso

Juvenal Juvêncio, presidente do SP
Gazeta Press
Juvenal Juvêncio, presidente do SP

Não tão satisfeito com o trabalho de Ney Franco quanto o próprio treinador, que classificou seu trabalho como perfeito depois do empate com o Palmeiras, o presidente Juvenal Juvêncio deu nota 8 a ele.

"Quando ele se deu 10 não foi vaidoso, foi razoável. Se for dar uma nota a ele, é uma nota boa: 8. Se ele for bem na Argentina (nesta quinta-feira, diante do Arsenal), passo para 9", disse o dirigente, em entrevista à FOX Sports .

Campeão da Sul-americana 2012 logo em sua primeira temporada no cargo, Ney Franco não tem conseguido dar à equipe o mesmo padrão de jogo neste ano. Uma das dificuldades na formação tática é conciliar as participações de Jadson e Paulo Henrique Ganso. O último foi contratado em setembro para ser o principal nome do time, mas até agora não confirmou a expectativa.

"Essa é minha crença (que Ganso vá bem). Cañete, Fabrício, Ganso... São figuras excepcionais no dia a dia. Eles se comportam dignamente e, como atletas, mostraram competência", avaliou Juvenal.

Nesta quarta-feira, o diretor de futebol, Adalberto Baptista, jurou que não há pressão sobre Ney Franco, ainda que a situação do São Paulo em seu grupo na Libertadores não seja confortável - o time pode deixar a segunda colocação em caso de derrota para o Arsenal.

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