"Se tiver algum problema e achar que passou do ponto, converso com o atleta", disse técnico sobre insatisfação do meia ao ser substituído

Sem ter visto a demonstração de insatisfação de Paulo Henrique Ganso pela substituição no início do segundo tempo, Ney Franco, ao menos publicamente, não quis estender o assunto além do empate sem gol contra o Palmeiras. Mas avisou que assistirá à partida e terá uma conversa com o meia se entender que ele abusou.

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"Estou falando de uma coisa que eu não vi, estou falando em cima de informações. Prefiro reavaliar, vou rever o jogo. Se tiver algum problema e achar que passou do ponto, converso com o atleta, a gente se acerta", disse o técnico são-paulino.

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Além de atirar um copo d'água ao chão no banco de reservas, Ganso reforçou seu descontentamento na saída de campo. "Não entendi (a substituição), mas acontece. Ele quis me substituir, ele que é o treinador. Ninguém gosta de sair, mas isso é o treinador que tem que achar quem deve tirar", falou.

Para Ney Franco, o duelo contra o Arsenal não permite polêmicas. "Temos um jogo muito importante na quinta-feira, e o resultado tem que estar acima das nossas vaidades ou do orgulho de um e de outro", cobrou Ney Franco, ao mesmo tempo em que fez elogios a seu comportamento no dia a dia.

"Ele vem demonstrando muito profissionalismo no trabalho. Tem se entregado o tempo inteiro em treinamento, tentando jogar bem o tempo todo. Em alguns momentos, assim como a equipe, cai de produção. A perspectiva é de lutar por seu espaço. Hoje ele teve oportunidade e fez seu papel", minimizou.

"Não entendi (a substituição), mas acontece. Ele quis me substituir, ele que é o treinador. Ninguém gosta de sair, mas isso é o treinador que tem que achar quem deve tirar", disse o camisa 8, antes de analisar de forma positiva sua atuação na tarde deste domingo.

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