“Saí daqui olhando no retrovisor”, diz Valdivia após ameaças na Argentina

Por Pedro Taveira -iG São Paulo |

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Meia do Palmeiras disse que viu 'muito ódio" nos torcedores e relatou receio de ser seguido na cidade de São Paulo

A briga com membros da organizada Mancha Alviverde na última quinta-feira, no aeroporto de Buenos Aires, abalou o meia Valdivia. Principal alvo da irá dos torcedores, o chileno falou que deixou a Academia de Futebol após o retorno ao Brasil temendo por sua segurança.

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Gazeta Press
Valdivia se disse receoso pelas ameaças que sofreu na Argentina

“Eu vi muito ódio nos torcedores e eles partiram para cima não para dialogar, mas para agredir. Ontem eu saí com o coração meio apertado, olhando no retrovisor para ver se alguém estava me seguindo”, revelou o meia, que já teve problemas no ano passado por conta de um sequestro sofrido por sua esposa.

Leia mais: Valdivia poupa Mancha, culpa um torcedor e agradece colegas: “Ia apanhar muito”

“Quando acontece alguma coisa de violência, tentativa de agressão, é claro que você fica assustado um par de dias. Depois, se não acontece mais nada, você acalma rapidinho”, disse o atleta.

Valdivia afirmou que em nenhum momento pensou em deixar o Palmeiras após o ocorrido. E que apenas uma proposta muito boa para ele e para o clube o fariam sair neste momento.

“Se a proposta é boa, tem que chegar primeiro no Palmeiras. Se for boa para mim e não para o Palmeiras não adianta nada. Já falei que daqui não vou sair. Já tive muitas propostas boas financeiramente para mim e não saí”, falou o camisa 10.

“Depois do que acontreceu na Argentina, não deu para pensar em nada. Eu estava em choque, não para pensar muito em sair, ir embora”, completou. Os problemas do jogador, porém, não são com a Mancha Verde como um todo. De acordo com ele, é coisa de apenas um torcedor, o Zeca Urubu.

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