Kleina diz que inexperiência não impedirá Palmeiras de “sonhar alto”

Por iG São Paulo * |

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Treinador entende que erros apresentados na derrota para o Libertad já foram corrigidos para o confronto diante do Tigre na Libertadores

Divulgação/Palmeiras
Gilson Kleina, técnico do Palmeiras

A torcida do Palmeiras não esconde a preocupação com a falta de experiência do atual elenco. Os torcedores viram boa parte do plantel comandado por Gilson Kleina fazer a sua estreia fora do Brasil na última quinta-feira, na derrota por 2 a 0 para o Libertad, em Assunção. E a apatia da equipe foi a principal preocupação. O time não se impôs em nenhum momento e foi facilmente dominado pelos donos da casa.

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Ciente de que a repetição destas falhas poderá levar o Palmeiras a uma segunda derrota na Libertadores, Gilson Kleina deu mais um voto de confiança para os seus jovens jogadores e minimizou a falta de experiência internacional do grupo. O treinador entende que os erros já foram todos corrigidos nos treinamentos desta semana e que a reduzida média de idade dos atletas não influenciará no comportamento diante do Tigre.

"Hoje temos jogadores de 20, 21 anos na Seleção. A experiência é jogar. Nosso jogador entende isso, temos de jogar futebol. Às vezes o futebol reverte contra a experiência do grupo que estamos trabalhando. Nós estamos desenvolvendo um grupo forte, que tem tudo para se recuperar nessa partida", avaliou o comandante, esperançoso de que o Palmeiras conseguirá alcançar grandes resultados nesta temporada.

Sem temer a pressão que será imposta pela torcida argentina no Monumental Victoria, Kleina está confiante de que a conversa que teve com o grupo fará com que qualquer adversidade extracampo seja abstraída com facilidade. O técnico mostrou mais uma vez que não se importa com o possível clima hostil que rondará a partida, e voltou a depositar todas as suas fichas na maturidade adquirida pelo elenco após o seu último revés.

"Libertadores tem pressão em qualquer lugar e não podemos pensar nisso se quisermos sonhar alto. Quem sabe não podemos jogar contra um clube grande da Argentina no mata-mata? Sabemos que o torcedor pressiona, joga junto. Mas eles não entraram em campo, só podem empurrar o time. Vamos fazer a energia do Brasil chegar aqui para toda a pressão se reverter ao nosso favor", concluiu o treinador.

*Com Gazeta

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