Com volantes em baixa, Fabrício ganha espaço aos poucos no São Paulo

Por Gazeta |

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"Tenho que respeitar meus companheiros, que jogaram muito bem ano passado e com certeza esse futebol vai aparecer de novo", explicou o jogador

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Fabrício em ação pelo São Paulo

Além de Paulo Henrique Ganso, o São Paulo deve ter outra surpresa no próximo domingo, quando visita o Penapolense no estádio Tenente Carriço, às 18h30 (de Brasília), pela 10ª rodada do Campeonato Paulista. Com a promessa de receber uma chance de jogar os 90 minutos de uma partida em 2013, o volante Fabrício sabe que tem conquistado a confiança de Ney Franco aos poucos, mas não leva em conta a má fase dos titulares do setor.

Destaques da conquista da Copa Sul-americana e da campanha impecável no segundo turno do Brasileiro de 2012, Wellington e Denílson têm deixado a desejar nesta temporada. Enquanto o primeiro já chegou a ser cortado do time titular na vitória sobre o São Caetano, para ser substituído por Maicon, autor de um dos gols do 4 a 2 no ABC Paulista, o outro foi substituído nesta quinta-feira, diante do The Strongest. Ganso, seu suplente, entrou, mudou o esquema da equipe e deu assistência para o gol da vitória.

"Eu tenho que fazer o meu trabalho. Acho que estou tentando conquistar a confiança do Ney aos poucos. O treinador vai pegando confiança e colocando a gente no campo. Mas tenho que respeitar meus companheiros, que jogaram muito bem ano passado e com certeza esse futebol vai aparecer de novo", explicou Fabrício, ansioso por uma chance no domingo: "É uma partida boa para se condicionar, conseguir ritmo de jogo. Vai ser importante. É uma viagem longa para caramba, um calor muito forte, então vai ser bom fisicamente".

Contratado junto ao Cruzeiro em janeiro de 2012 e com status de titular, Fabrício entrou em campo quatro vezes e foi para a mesa de cirurgia outras duas, impedindo qualquer sequência de jogos. Nesta temporada, já foi relacionado para jogos o mesmo número de oportunidades do ano anterior, mas ainda não teve chance como titular. "Não quero chegar aqui e ficar avaliando questões individuais, mas a equipe teve que fazer ajustes contra o The Strongest. Nas laterais e na proteção à defesa", avisa Ney Franco, sem criticar Wellington e Denílson particularmente.

Vice-campeão da Libertadores de 2009 pelo Cruzeiro, Fabrício tem experiência em competições internacionais e já sabe que a equipe precisa ter mais opções dentro de campo do que a velocidade de Osvaldo e os lançamentos de Jadson para Luis Fabiano: "Fica a lição de que não vai ter jogo fácil. A gente tem que se esforçar mais para achar opções dentro de campo. Tem que achar mais alternativas contra essa marcação forte dos adversários".

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