Corintianos se divertem com público mínimo e ouvem até narração dos gols

Por iG São Paulo * |

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Guerrero, autor do primeiro gol do Corinthians, chegou a escutar a narração de suas jogadas pelas rádios que estavam no Pacaembu

 Os reservas do Corinthians caíram na gargalhada quando o público de quatro pagantes foi anunciado no Pacaembu. Os titulares também se divertiram com os torcedores que ultrapassaram os "portões fechados" com uma liminar e tentaram fazer barulho durante o triunfo por 2 a 0 sobre o Millonarios.

Alexandre Pato comemora o segundo gol do Corinthians diante do Millonarios. Foto: APGuerrero comemora o primeiro gol do Corinthians diante do Millonarios. Foto: GazetaMomento em que o peruano Paolo Guerrero marcou o primeiro gol do Corinthians, diante das arquibancadas vazias do Pacaembu. Foto: GazetaGuerrero disputa a bola com Otalvaro, do Millonarios. Foto: APO zagueiro Paulo André domina a bola, tendo ao fundo a visão das arquibancadas vazias do Pacaembu. Foto: APOs quatro torcedores que conseguiram, através de uma liminar, o direito de ver o jogo do Corinthians no Pacaembu. Foto: GazetaImagem do Pacaembu vazio, horas antes de começar a partida entre Corinthians e Milonarios. Foto: Gazeta PressTorcedores que conseguiram na Justiça o direito de assistir a partida são escoltados pela polícia até seus lugares. Foto: Reprodução/SporTVAlguns torcedores do Corinthians se concentram em frente à praça Charles Müller, antes do início do jogo. Foto: Gazeta PressAmbiente no estádio do Pacaembu antes da partida entre Corinthians e Millonarios, pela Copa Libertadores. Foto: iG/Bruno WincklerAmbiente no estádio do Pacaembu antes da partida entre Corinthians e Millonarios, pela Copa Libertadores. Foto: iG/Bruno WincklerO atacante Wellington Nem comemora, ao lado de Rhayner (centro)e Thiago Neves, o gol de empate do Fluminense diante do Huachipato. Foto: APO atacante Fred, do Fluminense, sofre com a marcação de Yedro, do Huachipato. Foto: APWellington Nem disputa a bola com Labrín, do Huachipato. Foto: APRodrigo Brito (à esquerda), do Iquique, tenta roubar a bola de Valencia, do Emelec. Foto: ReutersClaudio Perez comemora gol contra o Barcelona do Equador pela Libertadores. Foto: AP

"Como que a gente não ia notar? Eram só eles quatro. Eles começaram a gritar, gritaram até o nome dos jogadores antes da partida. Foi engraçado", sorriu o meia Renato Augusto, que gostou do comportamento do time. "Claro que o apoio da torcida pesa, a torcida do Corinthians faz a diferença. Mas o time reagiu bem."

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Já Guerrero não precisou nem esperar a partida acabar para ouvir a narração de seu gol. Assim que balançou a rede de Delgado, ele começou a correr em direção à arquibancada vazia e percebeu as vozes potentes dos narradores de rádio que descreviam a abertura do placar."Eu ia comemorar e não vi ninguém na tribuna, tive de esperar os meus companheiros. Dava para ouvir tudo. Eu ouvia vocês narrando: ‘Guerrero passa para não sei quem’. Foi chato, foi difícil jogar sem torcida, mas a gente fez o que tinha que fazer", comentou o centroavante.

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Já Alexandre Pato, que chegou perto do alambrado na celebração de seu gol, fez um esforço de imaginação para se ver nos braços da Fiel. "Imaginei a torcida ali, comemorei como se ela estivesse ali. Quem sabe no próximo jogo ela não está aí", comentou o atacante.

Estranheza à parte, os jogadores do Corinthians aprovaram a própria concentração diante da situação. Eles ouviram repetidas vezes do técnico Tite que era preciso estar muito atentos para não deixar o silêncio levar ao descuido em campo e comemoraram o sucesso na tentativa.

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