Leoz se isenta e atribui pena aplicada ao Corinthians a tribunal da Conmebol

Por Gazeta |

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"Foi uma decisão de um tribunal formado por membros de diferentes países e é difícil dizer se eu sou a favor ou contra", disse o cartola

AP
Nicolas Leoz: apenas tribunal julgou o Corinthians

A punição imposta ao Corinthians após a morte do boliviano Kevin Espada, de 14 anos, não teve o consentimento do presidente da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol), Nicolás Leoz. O dirigente disse que o tribunal da entidade, responsável por julgar o caso, é soberano para tomar as suas próprias decisões.

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"Foi um golpe duro. Isso não pode acontecer em um campo de futebol", disse Leoz sobre a morte do garoto. "Foi uma decisão de um tribunal formado por membros de diferentes países e é difícil dizer se eu sou a favor ou contra. Eles tomam as suas decisões, independente do Comitê Executivo. O tribunal foi um pedido das dez federações, e um dos representantes é brasileiro", completou o cartola em entrvista ao canal Sportv.

Veja ainda: Corintiano assíduo já tentou entrar em jogo sem torcida em 2005

A polêmica envolvendo o Corinthians teve início com a morte do garoto Kevin, em Oruro, na Bolívia. O torcedor do San José foi atingido no rosto por um sinalizador disparado pelos alvinegros e faleceu no local. Após os gritos de "assassino" vindos da ala reservada para os donos da casa, a polícia fez uma revista no setor visitante e prendeu 12 integrantes de torcidas organizadas corintianas.

No Brasil, um menor de idade assumiu toda a culpa pelo incidente e aguarda o processo em liberdade. O depoimento, contudo, não influenciou na decisão das autoridades bolivianas. Os 12 corintianos seguem detidos em Oruro e poderão ser indiciados pelo homicídio do garoto Kevin como cúmplices no caso.

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