Meia lembra que a bola tinha que passar no seu pé antes de chegar nos atacantes quando atuava pelo Santos

O meio-campista Paulo Henrique Ganso custou R$ 24 milhões aos São Paulo mas não se firmou na equipe. Disposto a mostrar trabalho e se manter entre os titulares, o ex-jogador do Santos lembrou da melhor fase de sua carreira, em 2010, quando desempenhava uma função diferente dentro de campo.

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"Em 2010, quando eu atuava pelo Santos, a bola tinha que passar pelo meu pé antes de chegar nos atacantes. Eu me transferi de clube, tem uma fase de adaptação, bem diferente do que acontecia. Por isso tem dificuldade. O esquema é até parecido, mas antigamente a bola era obrigada a passar no meu pé. Não que no São Paulo isso tenha que acontecer. Tenho que buscar e correr atrás para melhorar", disse Ganso, em entrevista ao programa Arena SporTV.

Titular na primeira rodada do Paulistão, contra o Mirassol, Ganso perdeu espaço na primeira fase da Libertadores, retornou ao time titular no clássico contra o Santos e só voltou a ser utilizado pelo Ney Franco desde o início nesta quarta-feira, na vitória por 3 a 2 sobre o São Caetano.

"Estou começando agora a entrar como titular, então espero que possa melhorar muito para ajudar a equipe do São Paulo", afirmou Ganso. "Está faltando ritmo de jogo mesmo para mim, poder atuar o jogo inteiro. No começo, você sempre sente mais que os outros, mas entrosamento se conquista ao longo dos treinos e jogos. É só ter ritmo em dois ou três jogos. A gente sabe que o torcedor quer para ontem, mas esse número é legal. Só pode melhorar jogando, entrando sempre", completou.

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