O Figueirense é quem vê a primeira colocação de forma mais próxima. A equipe tem 13 pontos, somente dois abaixo da Chapecoense

O único jogo da sexta rodada do Campeonato Catarinense é um clássico. E decisivo. Em baixa, o Avaí visita o Figueirense às 19h30 (de Brasília), neste sábado, no Orlando Scarpelli, com a missão de não ficar longe da líder Chapecoense e, ainda, atrapalhar o rival na busca pelo título do turno, que já garante a classificação nas semifinais do Estadual.

O Figueira é quem vê a primeira colocação de forma mais próxima. A equipe tem 13 pontos, somente dois abaixo da Chapecoense, que enfrenta Camboriú fora de casa no domingo. Se vencer e a Chapecoense perder, o Figueirense fica em primeiro lugar a três rodadas do final do turno.

Para isso, porém, a equipe de Adilson Batista terá que derrubar um tabu: desde 14 de fevereiro de 2007 não derrota o Avaí no Orlando Scarpelli. O duelo é tão valorizado que o presidente Wilfredo Brillinger passou a manhã de sexta no centro de treinamento para passar confiança e cobrar empenho dos atletas.

Deixe o seu recado e comente a notícia com outros torcedores

Em campo, Adilson Batista faz mistério na escalação, aproveitando-se de que poderá contar com Douglas, que volta de suspensão, e Ronaldo Tres, Danilinho e Tinga, todos liberados pelo departamento médico. Ao longo da semana, o técnico ainda prometeu uma marcação especial no meia Marquinhos.

A preocupação é com qualquer detalhe que possa atrapalhar a briga pelo título no turno. "É importante vencer para não deixar a Chapecoense abrir uma vantagem muito grande. Não podemos porque com as rodadas que faltam não vai dar tempo para conseguir passar eles", disse o meia Felipe Nunes.

O Avaí vive situação ainda mais preocupante, já que precisa ganhar para continuar com chances de terminar o turno na primeira colocação - o time está a sete pontos da Chapecoense, mas tem um jogo a menos. Assim como seu rival, o técnico Sérgio Soares também fez mistério. Uma novidade pode ser o recém-contratado atacante Adriano Chuva.

"Contra qualquer outro time, já seria uma grande motivação fazer a estreia, diante da torcida pela primeira vez. Sendo um clássico, contra o maior rival, a vontade de mostrar serviço é ainda maior", declarou o veterano, que estava no Canoas-SC após passar sete anos no futebol coreano.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.