Independentemente da forma como a vitória chegou, ela precisa ser valorizada na opinião do goleiro Fernando Prass, um dos mais experientes do elenco

Entre os quase 18 mil pagantes na estreia do Palmeiras na Libertadores, alguns até choraram de desespero nas numeradas do Pacaembu devido à tensão até o último minuto para garantir a vitória por 2 a 1 sobre o Sporting Cristal, atual campeão peruano. E os jogadores avisaram: é bom os torcedores se prepararem.

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"Libertadores é isso, com sofrimento. É correria, pegada. E deu certo", enalteceu o zagueiro Henrique, responsável por abrir o placar. "Jogo em Libertadores é sempre complicado, aguerrido. Se não jogarmos bem e vencermos, está excelente. O que vale são os três pontos, ganhar em casa", ressaltou o goleiro Fernando Prass.

O arqueiro era um dos mais tensos em campo. Fez defesas importantes e cansou de dar bronca nos defensores em meio à pressão imposta pelos visitantes. "Empatar em casa na Libertadores é como se fosse derrota. E fora de casa, não jogamos para somar um ponto, mas para tirar dois do adversário", falou.

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Independentemente da forma como a vitória chegou, ela precisa ser valorizada na opinião de Prass, um dos mais experientes do elenco. "Até hoje, vi poucas equipes ganharem a Libertadores jogando bonito. Brincamos que futebol é da mesma maneira, mas na Libertadores se joga diferente, com contato físico, juiz usando a experiência para escolher as faltas."

Diante destas circunstâncias, Henrique respirou aliviado. "Graças a Deus, deu tudo certo. Mérito de todos, a equipe se dedicou 100%. Tivemos desatenções, mas dá para corrigir. Agora é descansar porque no domingo tem clássico e temos que nos preparar", disse o capitão, já pensando no duelo de domingo, contra o Corinthians, pelo Paulista.

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