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Diretor de futebol do Palmeiras disse que sonha com um grande nome para o segundo semestre de 2013

Na gestão de Paulo Nobre, o Palmeiras só contratou os volantes Marcelo Oliveira e Charles, ex-Cruzeiro, e o meia Ronny, ex-Figueirense. Os jogadores não são famosos e os dirigentes são sinceros, tanto que José Carlos Brunoro até toma cuidado para não chamá-los de reforços. Uma contratação de impacto, na previsão do diretor executivo, deve acontecer apenas depois da disputa da Libertadores.

Brunoro, diretor de futebol do Palmeiras
Gazeta Press
Brunoro, diretor de futebol do Palmeiras

"Para o segundo semestre, sonho com uma grande contratação, porque aí dá tempo para estabelecer a situação financeira, o marketing para projetos, a janela europeia pode abrir nomes. Fica muito mais fácil", estabeleceu, reiterando as palavras de Nobre na busca por quem preencha o ainda enxuto plantel à disposição de Gilson Kleina.

"Não digo reforços. Reforço é uma palavra muito forte, para o cara que vem aqui e resolve. Não sei se tenho essa bala", assumiu Brunoro. "O que precisamos é de mais jogadores em condições de jogar no elenco."O dirigente nem considera Kléber, que o Porto aceitou emprestar de graça até dezembro, um reforço. "O Kléber é um grande nome, mas espero ter outros neste nível", falou o diretor, ainda na busca por zagueiros, um lateral esquerdo e outro atacante além de Kléber até sexta-feira - a inscrição para a fase de grupos da Libertadores acaba na terça-feira, dia do feriado de Carnaval.

"Falta gente para burro", sorriu, evidenciando suas dificuldades. "As prioridades são as carências do elenco passadas pela comissão técnica - nunca trago um jogador por trazer, e se vem por necessidade tem melhor condição de se adaptar. O segundo é o custo, não posso fugir disso e não vou cometer loucuras", prometeu Brunoro, obedecendo e concordando com Nobre na busca por contratações a custo zero.