Dirigente do Botafogo critica Loco Abreu por não ter “perfil de coletividade”

Por Gazeta |

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Gerente técnico do clube apoiou últimas declarações de Oswaldo de Oliveira contra atacante

Divulgação/Nacional
Loco Abreu já foi apresentado no Nacional

Depois do goleiro Jefferson, foi a vez da diretoria do Botafogo tomar o partido do treinador Oswaldo de Oliveira na polêmica com o uruguaio Loco Abreu, que deixou o clube recentemente. Sidnei Loureiro, gerente técnico, e Chico Fonseca, vice-presidente de futebol, dispararam contra o ex-jogador alvinegro, justificando a saída com argumentos técnicos. Loureiro ainda taxou o camisa 13 de egoísta, o que não se encaixaria na filosofia botafoguense.

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"Ele deixou claro ao Botafogo que não queria ficar no banco de reservas porque tinha um objetivo particular de jogar a Copa do Mundo. E se ficasse no banco, isso dificultaria", declarou o gerente. "Nesse ano, nós vamos implementar um rodízio. E o objetivo individual dele não se encaixa nesses padrões. Ele colocou o pessoal dele acima do objetivo do coletivo do grupo. Ele não se enquadra nesse perfil de coletividade".

Fonseca explica que a saída de Loco Abreu para o Nacional, do Uruguai, não foi resultado da má relação de desafeto com o treinador, como afirmara o atacante. "A decisão tanto de contratar ou de dispensar jogador é feita por um colegiado. Não foi uma decisão só do Oswaldo, e sim uma decisão tomada por critérios técnicos", comentou.

Uma diferença vista no ataque da equipe sem Abreu, que foi emprestado ao Figueirense - onde pouco jogou -, é o principal argumento utilizado pela diretoria alvinegra. "Em 2010, o Botafogo marcou 105 gols e o Loco 24. No ano seguinte, foram 101 do time e 26 do Loco. Porém, no ano passado marcamos 113 gols e o Elkeson foi o artilheiro com 18. A diferença é grande", destacou Loureiro.

"Tivemos um artilheiro com muito menos gols, mas marcamos mais no geral. O Loco marcava muito porque jogava sempre e era a nossa referência. No Brasileiro, marcamos um gol a menos que o Fluminense campeão. Deu para perceber que o problema não era lá na frente", completou o gerente técnico de General Severiano.

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