Técnico palmeirense ressaltou o carinho do grupo pelo atleta, mas disse que a sua função é colocá-lo ou não nas partidas

O atacante Luan não aguenta mais as cobranças da torcida do Palmeiras e pensa em ir embora. Porém, o técnico Gilson Kleina ainda tenta motivar o jogador e avisa que não tem o poder de confirmar sua transferência. Com isso, o treinador deixa a decisão sobre o atleta para os novos dirigentes do Verdão: o presidente Paulo Nobre e o diretor José Carlos Brunoro.

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Luan é festejado pelos companheiros
Gazeta Press
Luan é festejado pelos companheiros

"O Luan está há algum tempo no clube e não sou eu que tenho de liberá-lo. Minha função é colocá-lo ou tirá-lo dos jogos. Vamos esperar os profissionais que chegam ao clube e que vão conversar com ele. Claro que o empresário dele deve ter algum projeto pela frente, mas o jogador sabe o carinho que temos por ele", afirmou.

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Depois das vaias e do desabafo na primeira rodada do Paulistão, o atacante iniciou a partida desta quarta-feira no banco de reservas, mas entrou no segundo tempo e marcou o terceiro gol do time na vitória por 3 a 1 sobre o Oeste, em São José do Rio Preto.

Kleina já conversou com o atacante sobre seu atual momento no clube e reconhece que vê exagero nas críticas ao atleta, que era muito elogiado pelo atual treinador da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari.

"Meu papel foi conversar com ele, porque é um investimento do clube. Por mais dificuldade que tenha e mesmo com a situação delicada, ele é importante no contexto. Também entendo que está sendo muito cobrado, mas ele tem nossa confiança e, para apoiá-lo, precisamos da vitória", concluiu o técnico palmeirense.

Luan chegou por empréstimo ao Palmeiras em agosto de 2010, cedido pelo Toulouse, da França. Mesmo criticado nas arquibancadas, o jogador caiu nas graças de Felipão, que cobrou sua contratação definitiva na temporada seguinte. Assim, ao fim do contrato temporário, o clube adquiriu os direitos do atleta por R$ 7 milhões.

*Com Gazeta

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