Neymar tenta se dividir entre Santos e seleção: “Não vou me poupar”

Por Gazeta |

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A ideia do atleta é participar de tudo o que for possível também por sua equipe, inclusive fazendo questão de disputar partidas menores

Gazeta Press
Neymar em ação pelo Santos

O Santos sentiu dificuldades em campo na temporada passada ao ter de dividir o atacante Neymar com a Seleção Brasileira. Neste início de 2013, mesmo com a mudança de comando no Brasil, o jogador sabe que será convocado frequentemente e não pensa em se poupar. A ideia do atleta é participar de tudo o que for possível também por sua equipe, inclusive fazendo questão de disputar partidas menores, como foi o caso do amistoso do Alvinegro Praiano contra o Grêmio Prudente, na quarta-feira.

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"Quero sempre jogar os amistosos, independentemente se for pelo Santos ou pela Seleção. Se tiver que jogar na quarta por meu time e na quinta pelo Brasil, não tem problema nenhum. Não vou ficar fora e nem me poupar", afirmou.Depois de sofrer no ano passado com a falta de substitutos para seus jogadores convocados, o Peixe foi às compras nesta janela de transferências e fez investimentos em reforços como Nei, Marcos Assunção, Cícero, Montillo, Neto, Pinga, Renê Júnior e Guilherme Santos.

"Chegaram grandes jogadores, que merecem estar no Santos hoje. Espero que nosso clube possa disputar títulos, porque é grande e tem de estar sempre na briga", ponderou.

No entanto, Neymar nega que a preocupação da diretoria seja apenas suprir sua ausência em épocas de convocações. "Está todo mundo treinando e buscando vaga. O Santos está formando elenco para o ano inteiro, e não só para quando eu for para a Seleção", argumentou.

Leia mais: Fora da Libertadores, Santos busca holofotes para Neymar e tetra no Paulistão

O técnico Luiz Felipe Scolari, substituto do demitido Mano Menezes, fará sua primeira convocação na terça-feira, para o amistoso contra a Inglaterra, dia 6 de fevereiro, em Londres. Neste jogo, Felipão exibirá aos atletas seu esquema tático de preferência, certamente abolindo a estratégia do antecessor, que não utilizava centroavante de ofício.

Ciente de que dificilmente perderá sua vaga, Neymar não dá palpite sobre a disposição tática. "É complicado para um atacante falar em esquema, porque só quer atacar e fazer gol. Isso não é comigo, sou leigo neste assunto, deixou para treinadores, como Felipão, Mano, Muricy... Eu só quero é jogar, independentemente de onde me colocarem", concluiu.

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