Além de lembrarem da promessa do presidente do clube de criar fundo de R$ 40 milhões para contratação de jogadores, torcedores pedem volta de Robinho

Pressionado por conselheiros que criticam sua omissão nos momentos de crise, o presidente do Santos , Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, vê a pressão sobre sua gestão se intensificar. Nesta sexta-feira, os muros da Vila Belmiro amanheceram pichados, com cobranças e ofensas ao mandatário santista.

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Torcedores do Santos picharam os muros da Vila Belmiro
Gazeta Press
Torcedores do Santos picharam os muros da Vila Belmiro

A falta de reforços para a próxima temporada foi uma das principais reivindicações. A promessa que Laor fez ainda em campanha, no fim de 2009, de criar um fundo de R$ 40 milhões para a contratação de jogadores, foi lembrada pelos pichadores: “Cadê os 40 milhões? Chega de promessas”.

Laor, como é conhecido o presidente santista, declarou torcida ao Corinthians na final da Libertadores, logo após o time santista ser eliminado pelo arquirrival. Desde então, as cobranças da torcida aumentaram. Uma das pichações demonstra a indignação pelo episódio: “Laor ladrão, Laor gambá”.

Os torcedores também aproveitaram para pedir a volta do ídolo Robinho. O jogador já declarou a vontade de deixar Milão, mas o Santos encontra dificuldades na negociação com o Milan. O time italiano exige 10 milhões de euros (aproximadamente 27 milhões) para liberar o jogador. A primeira proposta, de 6 milhões de euros (cerca de R$ 16 milhões), foi rejeitada. A diretoria santista prepara uma nova proposta, que gira em torno de 7,5 milhões de euros (aproximadamente 20,3 milhões).

*Com Gazeta

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