Sem se iludir de que Mundial lhe garantirá sossego, presidente do Corinthians já pensa em 2013 mais vitorioso


O presidente do Corinthians não se ilude com o 2012 perfeito que teve no seu primeiro ano de mandato. Mário Gobbi, já na história como o mandatário que venceu a Libertadores pela primeira vez na história do clube, espera mais cobranças e acha que se o Corinthians não continuar vencendo, as façanhas recentes serão esquecidas.

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“(O título Mundial) Só aumenta a responsabilidade. Quanto mais se alcança, mais cobrança se ouve. É assim em todos os setores, em todas atividades profissionais. O nível de tolerância diminui por ter deixado uma torcida mal acostumada e a exigência por melhores resultados só aumenta. Mas isso faz parte da vida”, disse Gobbi, ao iG .

Mário Gobbi abraça a Taça da Libertadores
Gazeta Press
Mário Gobbi abraça a Taça da Libertadores

Em 2013, com vaga na Libertadores e garantido na disputa da Copa do Brasil, o Corinthians tem mais ambições. “Não podemos parar. Quanto mais se ganha, mas se tem a obrigação de vencer todos os campeonatos que disputa. E a grandeza do Corinthians pede sempre mais. Podemos mais”, disse Gobbi.

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Colocado no posto de presidente após apoio de Andrés Sanchez, seu antecessor, nas eleições de fevereiro, Gobbi dá continuidade ao que, segundo ele, é o projeto de Andrés para o Corinthians se firmar entre os maiores clubes do mundo. “Nada seria possível sem o Andrés. Ele iniciou tudo isso com nosso grupo. Ele é meu mestre e muito do que conquistamos hoje devemos ao início do trabalho dele lá em 2007”, se recorda. Na época o Corinthians havia acabado de ser rebaixado para a Série B do Brasileirão.

O presidente diz que o Mundial de Clubes é o “exaurimento de um ano perfeito”. “Vencemos a Libertadores de forma invicta e foi um ano maravilhoso. No Campeonato Paulista fizemos mais pontos que o campeão (na primeira fase). Aconteça o que acontecer 2012 é por si só motivo de orgulho para todos nós”, disse o presidente corintiano, antes da final contra o Chelsea.

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