Preparador e gerente vivem expectativa pelo bi Mundial com o Corinthians

Fábio Mahseredjian e Edu Gaspar estavam no time campeão em 2000 e falam sobre as diferenças com 2012

Bruno Winckler - enviado iG a Yokohama |

Gazeta Press
Marcelinho e Dinei comemoram título mundial do Corinthians em 2000

Dois membros do staff corintiano poderão se autoproclamar como os únicos dois bicampeões mundiais pelo Corinthians no próximo dia 16. Se o Corinthians bater o Chelsea, o gerente de futebol, Edu Gaspar, e o preparador físico, Fábio Mahseredjian, poderão contar para filhos e netos que eles estiveram nas duas primeiras conquistas mundiais do Corinthians.

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Edu era uma jovem promessa naquele ano de 2000. Tinha 21 anos e ainda teria uma carreira de sucesso na Europa pela frente. Aposentado após um retorno frustrado ao time do Corinthians em 2009, Edu, agora com o sobrenome Gaspar, assumiu o cargo de gerente de futebol e tem o privilégio de acompanhar esta nova conquista mundial bem de perto.

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“É especial voltar a um Mundial em outra função, mas com tanta responsabilidade como nos tempos de jogador. Fizemos de tudo para que os jogadores tivessem as melhores condições de trabalho aqui no Japão para quem sabe ter o mesmo final de 2000”, disse Edu. Ele foi ao Japão uma vez antes da delegação para definir todo o planejamento e logística.

Mais dentro de campo, o preparador físico do título de 2000 deixou o clube depois da conquista, mas voltou pelas mãos de Tite em 2011. E agora é quem trabalha para que a adaptação dos atletas ao fuso e ao frio no Japão seja o menor possível. Ele se recorda com carinho do título de 2000, conquistado em circunstâncias bem diferentes.

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O ex-volante Edu Gaspar é gerente de futebol do Corinthians e jogava pela equipe no Mundial de 2000

“Aquele título foi pioneiro. Éramos bicampeões brasileiros e estávamos lá por conta disso. Foi legítimo e desafiador disputar o primeiro torneio de clubes organizados pela Fifa. Mas era no nosso país, não havia tantos desafios de adaptação como agora”, se recorda.

Ele conta que até hoje tem na parede de sua casa um quadro na parede com a faixa de campeão e a medalha que ganhou após a cerimônia no Maracanã, onde o Corinthians venceu o Vasco nos pênaltis por 0 a 0. Por causa até da final brasileira em território nacional, uma eventual conquista no Japão será um pouco mais especial.

“A diferença é que agora se formos campeões é porque levamos a Libertadores antes e tudo fica maior porque nunca havíamos a ganhado antes. Estar no Japão e conquistar aqui esse título é especial”, disse Mahseredjian.

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