Segundo vice-presidente do clube paulista, funcionários do clube sequer usam armas de fogo. Eles acusam o Tigre de abandonar o jogo para criar polêmica

A diretoria do São Paulo ficou inconformada com as declarações do Tigre. Nesta quarta-feira, no Morumbi, os argentinos alegaram que foram agredidos por seguranças do clube do Morumbi e, inclusive, ameaçados com armas de fogo. Por causa da confusão, o Tigre não voltou para o segundo tempo e o clube brasileiro conquistou o inédito título da Copa Sul-Americana com a vitória de 2 a 0.

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“É evidente que nenhum funcionário nosso usa arma. Eles provocaram toda essa situação vergonhosa. É uma pena para o futebol argentino”, disse Carlos Augusto de Barros e Silva, vice-presidente do São Paulo.

Segundo o presidente Juvenal Juvêncio, o Tigre estava com medo de tomar uma goleada no segundo tempo e inventou essa situação para não entrar em campo.

“Eles já estavam com a língua de fora. O Tigre estava com medo de tomar uma goleada e desistiu do jogo. Na bola, eles não podem com a gente. O São Paulo é muito mais forte que o Tigre”. disse.

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