Como São Paulo, Inter e Santos, Corinthians passou sufoco para avançar à final no domingo

Desde que a Fifa passou a organizar o Mundial de Clubes no atual modelo, em 2005, os times brasileiros que estiveram no Japão ou nos Emirados Árabes (em 2009 e 2010), não tiveram vida fácil contra rivais não favoritos. Caso do Al Ahly, derrotado apenas por 1 a 0 pelo Corinthians nesta quarta-feira.

Leia também:  Em seu Pacaembu oriental, Corinthians faz 1 a 0 e está na decisão do Mundial

Usando esses exemplos Tite justificou o jogo abaixo da média feito por sua equipe em Toyota. O São Paulo, em 2005, fez 3 a 2 no Al Ittihad, o Inter, em 2006, fez 2 a 1 no Al Ahly, e o Santos, em 2011, sofreu para fazer 3 a 1 no Kashiwa Reysol. O Inter ainda viu o Mazembe protagonizar a maior zebra da história dos Mundiais da Fifa.

“Os resultados de outras equipes brasileiras mostram que a estreia em todo mundial é assim. O time joga atrás não porque o técnico quer. É o fator emocional, da importância do Mundial. Você define placar e pela importância do jogo não agride com tanta intensidade. É a pressão psicológica do momento da estreia e que nós superamos”, disse o treinador.

A experiência recente em uma partida de “mata”, sem chance de um segundo jogo, aumentou a apreensão dos corintianos. A queda para a Ponte Preta no Paulistão deste ano, quando em jogo único o Corinthians perdeu em casa e foi eliminado, é sempre lembrado por Tite.

“Aqui é jogo de mata. Não tem volta. Você tem a responsabilidade grande e busca. O tempo passa, o gol não sai e quando sai é normal segurar. O time perdeu um pouco a naturalidade nos últimos minutos, mas foi madura para suportar”, disse.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.