Rafina, atacante do time coreano, torce para Emerson Sheik e companhia mas, pelo filho, não ficará no Japão para acompanhar equipe do coração em uma possível final

Goleiro do Ulsan Hyunda fica no chão depois de Jesus Corona marcar para o Monterrey
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Goleiro do Ulsan Hyunda fica no chão depois de Jesus Corona marcar para o Monterrey

O atacante Rafinha, do Ulsan Hyundai, foi bastante sincero quando comentou a derrota da sua equipe para o Monterrey , do México, nas quartas de final do Mundial de Clubes. “Tomamos um chocolate”, resumiu o atacante de 25 anos, desconhecido no Brasil, mas com sucesso tanto no Japão como na Coreia do Sul, onde joga desde julho.

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Corintiano, o atacante lamentou a derrota a possibilidade de enfrentar o time de coração. “Sou corintiano. Fiquei triste, seria legal. Mas não tinha como. Tomamos sufoco do começo ao fim. Dei só um chute a gol em 90 minutos”, disse o jogador, que não escondeu o descontentamento por ainda ter de jogar a decisão do 5º lugar contra o perdedor de Al Ahly e Sanfrecce Hiroshima.

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Após uma longa pausa para responder a pergunta se ainda sentia motivação para jogar a partida ele deixou uma risada de constrangimento. “Tem que ter, né?”, disse. “Eu espero se puder voltar a jogar um Mundial ir mais longe”, disse.

Rafinha descartou ficar no Japão para acompanhar a final do Mundial. O jogo pelo quinto lugar acontece no dia 12, em Toyota, na preliminar da semifinal do Corinthians. “Vou ver a final em casa, em São Paulo. Meu filho (Enzo) acabou de nascer. Já fui mais fanático, mas vou torcer em casa”, disse o atacante.

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