Segundo Marcos Motta, que trabalha com o meia, Guangzhou Evergrande dificilmente liberará o argentino sem uma proposta concreta

O Fluminense mantém o discurso de que vai esperar Conca definir sua situação com o Guangzhou Evergrande, da China, para tentar a contratação do argentino. A tática, no entanto, pode dar errado. Apesar de saber do interesse do time carioca, os representantes do apoiador querem ter um parceiro ao lado para tentar negociar com os chineses e esperam por um posicionamento do clube para ter mais chances de obter a rescisão amigável.

Deixe o seu recado e comente a notícia com outros torcedores

Conca está no Rio de Janeiro e espera voltar ao Fluminense
Marcelo Regua/Agência O Dia
Conca está no Rio de Janeiro e espera voltar ao Fluminense

Insatisfeito na China, Conca não quer voltar em janeiro e já teria comunicado os dirigentes chineses. O Guangzhou avisou que não pretende liberá-lo facilmente e quer recuperar parte do dinheiro investido em sua compra. Não há uma multa rescisória estipulada e será preciso fazer uma proposta financeira para o meia sair. É nesse ponto que os representantes do jogador querem contar com um clube para negociar e chegar a um valor, mas o Fluminense já deixou claro que não tem dinheiro, nem pretende pagar pela negociação.

Leia mais: Conca garante estar acertado com o Fluminense, diz colega de quarto

“As coisas continuam paradas. Esperamos algum clube apresentar uma proposta concreta para podermos nos mexer e negociar com os chineses. Conca livre todos querem, mas preciso de um sócio para negociar. Ele só sai em comum acordo”, avisou o advogado Marcos Motta.

De férias no Rio, Conca foi visto nesta sexta-feira jogando futevôlei na Barra e tem ficado em contato constante com os dirigentes do Fluminense e o presidente da Unimed, Celso Barros. O jogador, que é o sonho para a Libertadores de 2013, já teria preparado a mudança definitiva para a cidade, mas Marcos Motta diz desconhecer a vida particular do cliente e não aconselha uma decisão de confronto.

Se Conca não voltar à China após as férias, corre o risco de ser suspenso pela Fifa por não cumprir o contrato, que vai até dezembro de 2013.

“A rescisão unilateral seria danosa financeiramente e esportivamente. Não vou trabalhar com essa possibilidade”, finalizou Marcos Motta.

* Com informações de O Dia

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.