Treinador valorizou disputa equilibrada e disse que modelo de disputa do Mundial impede existência de favoritos

Tite, técnico do Corinthians, gesticula na primeira coletiva no Mundial de Clubes
AP
Tite, técnico do Corinthians, gesticula na primeira coletiva no Mundial de Clubes

Após o primeiro treino do Corinthians no Japão antes da estreia do Mundial de Clubes da Fifa, o técnico Tite foi o astro do primeiro compromisso corintiano com a entidade desde a chegada da delegação a Nagoya.

Quem leva o Mundial? Corinthians, Chelsea ou vai dar zebra? Opine!

E entre as suas análises, o treinador o treinador disse que o Chelsea, eliminado da Liga dos Campeões da Europa nesta semana, continua forte. O motivo é a forma de disputa do Mundial, com apenas dois jogos para ser campeão.

Chegada corintiana a Nagoya termina em confusão e desespero de policiais

"Se fosse um campeonato de pontos corridos, talvez. Mas são dois jogos. Uma bola em cada jogo pode determinar resultado. E qualidade não falta para nenhum dos times aqui", disse o treinador.

“Eu não acredito que resultados anteriores determinem favoritismo. O que determina são a força da equipe e os 90 minutos da semifinal e da final. A experiência da equipe e a qualidade dos atletas pesam. Nós temos muita consciência disso. Sabemos da nossa força. Não acredito em favoritismo. Acredito em capacidade dos atletas na preparação para o jogo”, analisou Tite.

Atual campeão da Champions League, título que o fez participar do Mundial, o Chelsea fez campanha irregular na fase de grupos da atual edição e, mesmo goleando o Nordsjaelland, da Dinamarca, por 6 a 1, na última quarta-feira, foi eliminado. Já no Campeonato Inglês, os Blues ocupam a terceira colocação, dez pontos atrás do líder, o Manchester United.

Com estreia marcada para o próximo dia 12 de dezembro, o Timão enfrenta o vencedor do jogo entre Sanfrecce Hiroshima, do Japão, e Al-Ahly, do Egito. E, quando indagado sobre estes adversários, o comandante alvinegro se lembrou do Mundial de 2006, quando os egípcios perderam para o Internacional, por 2 a 1, também nas semifinais do torneio.

“Nós sabemos da história do Al-Ahly nesta competição. O jogo contra o Internacional em 2006 foi duro. Eles igualaram o jogo e o Inter só ganhou no fim. É um time que não se abala em jogar dentro ou fora de casa, como fez contra o Espérance”, destacou o comandante, referindo-se ao adversário da Tunísia que o Al-Ahly despachou na fase anterior.

E a equipe de Parque São Jorge conhecerá o seu primeiro adversário no Mundial de Clubes da Fifa neste domingo, quando Sanfrecce e Al-Ahly se enfrentam, também em Toyota, às 8h30 (de Brasília).

*com Gazeta

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.