Tite descarta favoritismo corintiano após eliminação do Chelsea na Europa

Treinador valorizou disputa equilibrada e disse que modelo de disputa do Mundial impede existência de favoritos

Bruno Winckler , enviado iG a Nagoya | - Atualizada às

AP
Tite, técnico do Corinthians, gesticula na primeira coletiva no Mundial de Clubes

Após o primeiro treino do Corinthians no Japão antes da estreia do Mundial de Clubes da Fifa, o técnico Tite foi o astro do primeiro compromisso corintiano com a entidade desde a chegada da delegação a Nagoya.

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E entre as suas análises, o treinador o treinador disse que o Chelsea, eliminado da Liga dos Campeões da Europa nesta semana, continua forte. O motivo é a forma de disputa do Mundial, com apenas dois jogos para ser campeão.

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"Se fosse um campeonato de pontos corridos, talvez. Mas são dois jogos. Uma bola em cada jogo pode determinar resultado. E qualidade não falta para nenhum dos times aqui", disse o treinador.

“Eu não acredito que resultados anteriores determinem favoritismo. O que determina são a força da equipe e os 90 minutos da semifinal e da final. A experiência da equipe e a qualidade dos atletas pesam. Nós temos muita consciência disso. Sabemos da nossa força. Não acredito em favoritismo. Acredito em capacidade dos atletas na preparação para o jogo”, analisou Tite.

Atual campeão da Champions League, título que o fez participar do Mundial, o Chelsea fez campanha irregular na fase de grupos da atual edição e, mesmo goleando o Nordsjaelland, da Dinamarca, por 6 a 1, na última quarta-feira, foi eliminado. Já no Campeonato Inglês, os Blues ocupam a terceira colocação, dez pontos atrás do líder, o Manchester United.

Com estreia marcada para o próximo dia 12 de dezembro, o Timão enfrenta o vencedor do jogo entre Sanfrecce Hiroshima, do Japão, e Al-Ahly, do Egito. E, quando indagado sobre estes adversários, o comandante alvinegro se lembrou do Mundial de 2006, quando os egípcios perderam para o Internacional, por 2 a 1, também nas semifinais do torneio.

“Nós sabemos da história do Al-Ahly nesta competição. O jogo contra o Internacional em 2006 foi duro. Eles igualaram o jogo e o Inter só ganhou no fim. É um time que não se abala em jogar dentro ou fora de casa, como fez contra o Espérance”, destacou o comandante, referindo-se ao adversário da Tunísia que o Al-Ahly despachou na fase anterior.

E a equipe de Parque São Jorge conhecerá o seu primeiro adversário no Mundial de Clubes da Fifa neste domingo, quando Sanfrecce e Al-Ahly se enfrentam, também em Toyota, às 8h30 (de Brasília).

*com Gazeta

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