"Quando voltarmos ao Brasil, com muita calma, vou ver isso. Não sei, vou pensar", disse o presidente do Corinthians

A conturbada saída de Andrés Sanchez da CBF complicou a relação do Corinthians com a entidade. O ex-presidente ainda é muito ligado à diretoria atual do Timão, motivo pelo qual José Maria Marin, dirigente maior da CBF, desistiu de chefiar a delegação alvinegra no Japão.

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José Marin e Mario Gobbi
Futura Press
José Marin e Mario Gobbi

Segundo Mário Gobbi, não há problemas. O presidente do Corinthians disse ter entendido a justificativa de Marin, que está no Japão como membro da delegação da Fifa, e revelou um convite para chefiar a seleção brasileira no amistoso de fevereiro, contra a Inglaterra, em Londres.

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"Quando voltarmos ao Brasil, com muita calma, vou ver isso. Não sei, vou pensar. Minha vida parou por causa do Mundial", disse o cartola do Timão, em entrevista à rádio Estadão/ESPN.

Assim que o técnico Mano Menezes foi demitido da Seleção - um dos motivos da saída de Andrés -, o Corinthians avisou que não liberaria Tite de jeito nenhum. Felipão acabou assumindo o cargo, o que, segundo Gobbi, também não atrapalhou a relação com a CBF.

"O Marin sabe que, como presidente do Corinthians, eu tenho que defender os interesses do Corinthians, doa a quem doer. O que eu disse foi: em 2010, demos o Campeonato Brasileiro à CBF, abrindo mão do nosso técnico, que estava em primeiro lugar. Não seria justo, às portas do Mundial, acontecer de novo", explicou o presidente do clube do Parque São Jorge.

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