Flamengo dá início ao processo de transição presidencial

Entre os problemas que precisam ser resolvidos imediatamente está o atraso do salário de outubro e premiações dos jogadores

O Dia |

Luiz Roberto Lima/Futura Press
Eduardo Bandeira de Mello é o novo presidente do Flamengo

A presidenta do Flamengo , Patricia Amorim, começou, nesta quinta-feira, a passar o bastão. Eduardo Bandeira de Mello, eleito para seu lugar; Wallim Vasconcelos, diretor-geral; e Rodrigo Tostes, novo vice de finanças, foram à Gávea para começar o processo de transição. Entre os problemas que precisam ser resolvidos imediatamente está o atraso do salário de outubro e premiações dos jogadores.

Apesar do clima quente no período eleitoral, a conversa foi tranquila, em alto nível. Durante a reunião, Bandeira e seus aliados ouviram de Patricia: “Pena que eu não tive isso (transição). Teria evitado algumas surpresas desagradáveis que tive”.

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A situação financeira do clube é a maior preocupação da nova diretoria. Dela depende o futuro do futebol rubro-negro. Mas, mesmo antes de saber se há dinheiro em caixa, Bandeira já trabalha pelo futebol. Nesta quinta houve novo contato com o técnico Dorival Júnior e o diretor de futebol Zinho.

Com o vice de futebol praticamente definido - Flávio Godinho deve ser nomeado para o cargo -, as conversas caminham para a continuidade do trabalho. Bandeira, porém, não quer anunciar a decisão antes de o executivo ser nomeado.

A partir de segunda-feira, o processo deve ser acelerado. Zinho, que viajou para a Índia, chega domingo ao Rio. Com isso, o novo contrato com o diretor começará a ser costurado. Outra urgência da diretoria eleita é dar continuidade às negociações já iniciadas, como a que trata da volta de Renato Augusto.

O Flamengo tem uma proposta de 4 milhões de euros (R$ 11 milhões) por 50 % dos direitos do meia. A oferta só será enviada, no entanto, depois do aval dos dirigentes que serão empossados no dia 2 de janeiro.

Renovações também esperam pela definição de como ficará o departamento de futebol. Onze atletas ficam sem contrato no fim do ano, entre eles Renato, Léo Moura, Amaral e Wellington Silva, que estão nos planos de Dorival.

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