Investigado pela Polícia Federal, Marco Polo Del Nero se irritou ao ser indagado sobre uma possível saída do Comitê Organizador Local da Copa de 2014

Investigado pela Polícia Federal, Del Nero disse que não deixará cargo no COL
AE
Investigado pela Polícia Federal, Del Nero disse que não deixará cargo no COL

Envolvido nas investigações da Operação Durkheim da Polícia Federal, Marco Polo Del Nero garante que não deixará o seu cargo no COL (Comitê Organizador Local) da Copa do Mundo de 2014. O dirigente se irritou com o assunto após reunião da entidade com a presença de Jérôme Valcke, secretário geral da Fifa, em São Paulo.

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"Uma coisa não tem nada a ver com a outra. É um assunto pessoal. Não vou mais falar sobre isso", bradou Del Nero. Questionado se deveria se afastar da organização para o Mundial para preservar a sua imagem, ele foi curto e grosso: "Não".

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Vice-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e presidente da FPF (Federação Paulista de Futebol), Del Nero prestou esclarecimentos (por vontade própria, conforme afirmou) na Delegacia de Repressão aos Crimes Financeiros na segunda-feira.

A Operação Durkheim revelou a existência de uma quadrilha formada por policiais federais, civis e militares e funcionários de bancos e empresas telefônicas que negociou dados sigilosos de pelo menos 10.000 pessoas. Em comunicado, Marco Polo Del Nero alegou que contratou uma empresa por meio de um anúncio na internet, com a intenção de obter informações detalhadas sobre o passado de alguém - e teria dispensado o serviço quando teve acesso a um relatório que "adentra a órbita do proibido".

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