Mesmo dependendo de derrotas dos rivais, o cartola do Palmeiras não pensa na hipótese de oferecer um incentivo financeiro

A diretoria do Palmeiras não esconde mais que a situação do clube está dramática neste Campeonato Brasileiro. Apesar de satisfeito com as atuações da equipe nas duas rodadas passadas da competição, César Sampaio,gerente de futebol alviverde, reconheceu que ficou muito complicado de escapar da degola.

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"O futebol é uma guerra mesmo, em que nem sempre vence quem tem a melhor arma e mais munição. Está muito difícil, não vou mentir para os torcedores. É uma causa quase impossível, mas grandes heróis surgem quando aparecem esses momentos", ponderou.


A três rodadas do término da competição, com 33 pontos, o Palmeiras precisa vencer seus confrontos (Flamengo, Atlético-GO e Santos) e ainda torcer por tropeços do Sport. Além disso, o Palmeiras também tem de ultrapassar Bahia ou Portuguesa, que têm 40 pontos.

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Mesmo dependendo de derrotas dos demais, o ex-volante não pensa na hipótese de oferecer um incentivo financeiro por uma vitória dos próximos adversários dos concorrentes diretos. "Não gosto disso, mas não vou dizer que não existe, porque já convivi com mala branca. Mas nós queremos cair ou permanecer por nossos próprios méritos. Isso não seria digno da grandeza de nossa marca e da instituição. Às vezes, temos de pagar o preço de nossa incompetência sem transferir responsabilidade", concluiu.

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