Se for derrotada no domingo em Volta Redonda, equipe paulista estará matematicamente rebaixada para a Série B do Brasileirão

A diretoria do Palmeiras decidiu apostar em uma estratégia que era bastante adotada na época do técnico Luiz Felipe Scolari no clube. Por decisão da cúpula alviverde, os treinos desta quarta e de quinta-feira serão realizados com portões fechados na Academia de Futebol.

O clube só voltará a abrir sua atividade na tarde de sexta-feira, antes de adotar mistério novamente no sábado. O gerente de futebol da equipe, César Sampaio, explicou que a tática foi adotada por se tratar de um jogo decisivo contra o Flamengo, no domingo, em Volta Redonda.

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"Vamos jogar nossa última possibilidade pela permanência na divisão de elite da competição. Por isso, queremos sigilo, até porque temos um número grande de atletas lesionados. É uma estratégia para não dar chance para o Flamengo se preparar antecipadamente ao que vai enfrentar", ponderou, fazendo referência aos problemas clínicos de João Denoni, Henrique, Patrick Vieira e Correa.

Se for derrotado pela equipe do Rio de Janeiro, o Palmeiras estará matematicamente rebaixado. Por isso, em função também dos recentes protestos mais violentos da torcida, a opção por fechar dois dias de treinos tem o objetivo de preservar o elenco.

"Não se trata de blindagem. O momento é delicado e vivi isso quando era jogador, no momento em que vim do Santos para cá. Toda essa agenda extracampo requer cuidados, porque mexemos com a paixão das pessoas e o descontentamento pode se tornar algo agressivo. São16 milhões de torcedores apaixonados", concluiu o gerente.

A três rodadas do término do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras ocupa a 18ª posição, com 33 pontos, sete atrás dos primeiros times fora da zona de rebaixamento, Bahia e Portuguesa.

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