Tite motiva "guerra" por poucas vagas restantes na equipe titular

Técnico tem dúvidas sobre o quarteto ofensivo que representará o Corinthians no Mundial de Clubes

Gazeta |

Da risca do meio-campo para trás, o Corinthians titular no Mundial de Clubes não deve ter surpresas, está definido. Já no sistema ofensivo, Tite tem dúvidas sobre o quarteto ideal que representará a equipe no Japão, em dezembro. Por isso, fomenta uma disputa sadia no elenco até encontrar respostas.

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Tite não definiu os 11 titulares para o Mundial de Clubes

"É uma guerra para ser titular. Seria muito mais cômodo não fomentar esse tipo de competição. Cobraria intensidade nos jogos e treinos e deixaria os outros acomodados. Futebol não é assim. Tem que ter lealdade e competição entre os atletas. O objetivo do time é maior do que o individual", defendeu o treinador, após a goleada de 5 a 1 sobre o Coritiba, no sábado.

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A princípio, os que têm lugar garantido são Cássio, Alessandro, Chicão, Paulo André, Fábio Santos, Ralf e Paulinho. Douglas e Danilo dificilmente começarão o torneio no banco, mas o primeiro, reserva em boa parte da temporada, corre mais risco do que o camisa 20. As outras posições ficam, em tese, entre Jorge Henrique, Romarinho, Martínez, Guerrero e Emerson.

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Mesmo tendo sido decisivo na conquista da Copa Libertadores da América, não apenas pelos dois gols na final contra o Boca Juniors, Sheik não pode se considerar titular por não estar atuando. O atacante sofreu estiramento no ligamento colateral do joelho direito e está em fase final de recuperação. A ideia é que volte nessas rodadas finais do Campeonato Brasileiro.

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"Só tem reconhecimento se treinar forte e com qualidade, entrando em campo e mostrando. Todos têm consciência disso. Procuro equilibrar o lado técnico do atleta com o desempenho que a equipe tem com ele. Essa é, para mim, a essência. O lado humano às vezes fica apertado, chateado, de ter que escolher só 11", diz Tite, que no Pacaembu queimou as três alterações para usar o máximo possível do grupo.

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"Coloquei o Danilo, o Romarinho e o Edenílson. Já são 14. Mas não coloquei o Guilherme, que entrou bem no jogo passado e fez até gol", lamentou o comandante corintiano, sabedor de que deixará descontentes (ou motivados a tomar a titularidade) os futuros reservas no Japão. De qualquer forma, a promessa é de um time competitivo.

"Eu, o presidente, nenhum de nós promete título. Agora, tem uma coisa que a gente quer prometer e cumprir: que essa equipe jogue o que ela está acostumada a jogar. Se ela vai vencer ou não, não sei, pode perder para alguém melhor, mas ela quer repetir seu padrão de desempenho", conclui.

Antes da estreia no Mundial, em 12 de dezembro, o Corinthians tem mais três jogos pelo Brasileiro. O primeiro deles será no próximo sábado, contra o Internacional, no Beira Rio. O elenco inicia a preparação para esse jogo na segunda-feira à tarde, no CT Joaquim Grava.

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