Em reduto palmeirense, torcedores não acreditam que o time vai ficar na Série A

O momento ruim que o Palmeiras atravessa no Campeonato Brasileiro também reflete na comercialização de produtos do clube

João Pontes - iG São Paulo |

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Em loja de produtos do Palmeiras, as vendas caíram nos últimos meses

Faltando cinco rodadas para o término do Campeonato Brasileiro , muitos palmeirenses já jogaram a toalha. Mesmo na região de Perdizes, principal reduto alviverde na cidade de São Paulo, a reportagem do iG constatou que grande parte da torcida não acredita que o time vai escapar do rebaixamento.

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“É difícil andar pela Rua Turiassu e não ver uma pessoa usando a camisa do Palestra. O palmeirense não deixa de acompanhar as partidas e torcer pelo time, mas o pessoal está com medo, achando que vai cair”, comentou o aposentado Marcos Ribeiro, morador da região.

Enquanto muitos torcedores não acreditam mais na salvação, outros acham que uma ajuda externa vai fazer a diferença na luta contra o rebaixamento. “Não vão deixar o Palmeiras cair, mesmo que seja no tapetão”, disse Herman Correia, que trabalha em um restaurante próximo ao Palestra Itália.

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O momento ruim que o Palmeiras atravessa no Campeonato Brasileiro também reflete na comercialização de produtos do clube. Na loja Ponto Verde, localizada na Rua Turiassu, as vendas caíram nos últimos meses. “O torcedor deixa de comprar. O desempenho do time tem influência direta na loja”, explica o vendedor Thiago Figueiredo.

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No entanto, independentemente do futuro do time de Gilson Kleina no Campeonato Brasileiro, o vendedor tem certeza que as coisas vão melhorar após o fim da competição. “Em 2003, quando o Palmeiras estava disputando a Série B, foi um dos melhores anos de venda na loja. A torcida acolheu o time”, ressaltou.

Confusão na sede social

Devido à disputa política e os resultados ruins dentro de campo, os ânimos estão exaltados na sede social do Palmeiras. Em outubro, por exemplo, aconteceram brigas generalizadas após o time ser derrotado. Por causa do problema, a rotina de alguns sócios foi alterada.

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“Em dia de jogo do Palmeiras, eu e minha família vamos para casa mais cedo. O clima está muito ruim aqui no clube. Quase todo jogo tem confusão e gente machucada”, disse um sócio que preferiu não ser identificado.

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