O juiz Francisco Carlos do Nascimento e o quarto árbitro Jean Pierre Gonçalves ficará de fora das próximas rodadas

Jogadores do Palmeiras reclamam da anulação do gol de Barcos
Gazeta Press
Jogadores do Palmeiras reclamam da anulação do gol de Barcos

O polêmico gol de mão anulado pela arbitragemna vitória por 2 a 1 do Inter sobre o Palmeiras , na última rodada do Brasileiro da Série A, fez com que o juiz Francisco Carlos do Nascimento e o quarto árbitro Jean Pierre Gonçalves ficassem de foram do último sorteio organizado pela CBF. A entidade escolheu os responsáveis por apitar as próximas rodadas das três primeiras divisões nacionais e não lembrou dos envolvidos na polêmica ao organizar o sorteio.

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A Confederação de Arbitragem definiu osárbitros de todos os confrontos na última terça-feira, em um sistema que colocou os postulantes ao apito em duas colunas distintas. Uma esfera escolhida pelos dirigentes determinou que todos aqueles que integravam o primeiro grupo estariam qualificados para administrar os duelos das Séries A, B e C desta semana.

Enquanto Sandro Meira Ricci, que protagonizou uma série de polêmicas no empate por 1 a 1 entre Atlético-MG e Flamengo, na última quarta-feira, aparecia para arbitrar a partida entre Criciúma e Joinville, na segunda divisão nacional, os dois árbitros que comandaram Palmeiras e Inter nem sequer foram integrados ao sorteio.

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Na ocasião, o argentino Barcos subiu em uma cobrança de escanteio e desviou com a mão o lançamento de Marcos Assunção para as redes. Ao notar o bandeira correndo para o centro do campo e o árbitro Francisco Carlos do Nascimento levantando o braço, o jogador passou a comemorar o gol e foi frustrado pela decisão tardia de invalidadar o seu tento.

A polêmica atrasou o recomeço da partida em cinco minutos e foi levada ao STJD pelo Palmeiras. O time alega que o delegado do confronto havia se informado do lance com jornalistas e alertado Jean Pierre Gonçalves. Após ser informado do ocorrido, o quarto árbitro acionou Francisco Carlos do Nascimento e concluiu a anulação do gol de Barcos. Mas, segundo as regras da Fifa, os juízes não podem ter acesso a informações externas ou transmitidas pela televisão enquanto trabalham.

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O episódio levou o clube alviverde a entrar com uma procuração no Tribunal e pedir a anulação do confronto do último sábado. O processo foi encaminhado para o STJD e manteve a pontuação obtida pelo Internacional com um asterisco na tabela oficial da CBF. Os pontos só serão computados depois de o júri tomar uma decisão na audiência marcada para este mês de novembro.

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