Palmeiras vê seus jogos mais difíceis do que de concorrentes para se salvar

Time disputa permanência na Série A do Brasileirão com Sport e Bahia e, para Barcos, tem uma sequência mais difícil e deve vencer três como mandante e uma fora para não cair

Gazeta |

Antepenúltimo colocado do Campeonato Brasileiro , o Palmeiras precisa ultrapassar Sport e Bahia, que tem cinco pontos de diferença, para escapar do rebaixamento. E a análise do compromisso dos dois adversários em comparação com a sua reflete que a missão mais complicada é do time paulista.

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Barcos faz contas e pensa jogo a jogo no Palmeiras

A opinião é de uma das maiores esperanças de salvação para a equipe de Gilson Kleina: Barcos. "Estamos a cinco pontos do Bahia e sem nenhum rival fácil. Se for analisada a sequência de cada time, a nossa é a mais difícil. Está complicado", constatou o artilheiro.

Até o final do Brasileiro, o Palmeiras será mandante contra o Botafogo (em Araraquara), que ainda sonha com vaga na Libertadores, diante do líder Fluminense (Araraquara ou Presidente Prudente) e do lanterna Atlético-GO (Pacaembu), além de enfrentar o Flamengo, concorrente na briga contra o descenso, no Rio de Janeiro, e o Santos, no meio da tabela, em local ainda indefinido na última rodada.

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Já o Bahia terá pela frente em Salvador a Ponte Preta e o Náutico, ambos já com distância considerável da zona de rebaixamento, e visita a Portuguesa, a seis pontos da faixa de descenso, o Cruzeiro, no meio da tabela, e encerra o torneio diante do possivelmente já rebaixado Atlético-GO.

O Sport, um ponto e uma posição a mais em relação ao Palmeiras, joga na Ilha do Retiro contra Botafogo e Fluminense e visita Vasco, ainda buscando vaga na Libertadores, Figueirense, penúltimo colocado e quase rebaixado, e o Naútico em um clássico local na última rodada nos Aflitos.

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"Estamos no Palmeiras, temos que jogar. E já convivemos com a zona de rebaixamento em todo o torneio, tem sido constante", afirmou Barcos, em tentativa de motivar seus colegas e ressaltando a importância de vencer o Botafogo no domingo, comparando o duelo à vitória sobre o Bahia, em 17 de outubro.

"Se perdermos no domingo é como se perdêssemos do Bahia, ficaria complicado. Mas, se ganharmos no domingo e do Fluminense, mudam as coisas. É jogo a jogo", apontou o atacante, ainda mantendo as contas de que faltam quatro vitórias em cinco partidas para escapar, cálculo que a comissão técnica abandonou.

"Não fazemos conta, a cabeça de todo o grupo é de ganhar jogo a jogo para ganhar os cinco. Mas minha conta pessoal é de ganhar, pelo menos, quatro. É vencer as três como mandante e mais uma como visitante", raciocinou Barcos.

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