Aristeu Tavares critica Palmeiras e defende arbitragem de Nascimento

Presidente da Comissão Nacional de Arbitragem acredita que o sexteto de arbitragem agiu corretamente e criticou a postura do Palmeiras

Gazeta |

O presidente da CONAR (Comissão Nacional de Arbitragem), Aristeu Tavares, não dá razão ao Palmeiras na polêmica questão da arbitragem de Carlos Nascimento no jogo contra Internacional, no sábado.

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Divulgação/CBF
José Maria Marin cumprimenta o ex-árbitro Aristeu Leonardo Tavares, que passará a chefiar a Comissão

Para o chefe do CONAR, que foi árbitro por anos, o sexteto de arbitragem agiu de maneira correta no lance do gol anulado de Barcos e vê como desespero a atitude palmeirense de tentar anular a partida.

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"É lamentável tentar validar um gol claramente feito com a mão. Só pode ser desespero de quem está há várias rodadas na zona de rebaixamento. É uma coisa que beira até a imoralidade", criticou Tavares, em entrevista concedida ao Fox Sports . "O Palmeiras acabou se preocupando com a arbitragem e perdeu o jogo de maneira lícita, sem nenhum tipo de contestação".

Depois de muita confusão e mais e cinco minutos de partida paralisada, Nascimento anulou o gol de Barcos - com a mão -baseado em informações do quarto árbitro, Jean Pierre. O delegado da partida, o paranaense Gerson Baluta, teria perguntado aos jornalistas sobre o lance e informado a Pierre da irregularidade.

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Tavares não falou sequer uma vez na possibilidade de influência do delegado e garante que foi o quarto árbitro quem viu a mão na bola.

"Conversei com o árbitro e com o quarto árbitro, e foi o quarto árbitro que viu a mão de uma camisa verde que efetuou o toque em direção ao gol", disse o dirigente, ignorando o fato de que o Palmeiras jogou de branco no Beira-Rio.

Segundo Tavares, os mais de cinco minutos de paralisação e confusão em Porto Alegre foram para punir Barcos. Como não se sabia quem colocara a mão na bola, o cartão não foi dado a ninguém. Na súmula, Nascimento não relatou nenhuma ocorrência durante os 90 minutos.

"A demora aconteceu porque a regra determina que uma conduta anti-desportiva como essa requer a aplicação do cartão amarelo de quem faz o gol com a mão", comentou.

Tavares também lembra a fatídica cabeçada de Zinedine Zidane sobre Marco Materazzi na Copa do Mundo de 2006 para justificar o ocorrido no Beira-Rio. No lance, o quarto árbitro informou sobre a agressão, o que resultou na expulsão do francês.

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