Após gol anulado, Kleina pede "representação" da diretoria do Palmeiras

Para o treinador, cancelamento do gol que tinha acabado de ser validado indica que houve influência externa

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Gilson Kleina, técnico do Palmeiras

O técnico do Palmeiras , Gilson Kleina, segue reclamando do polêmico gol de mão do atacante Barcos contra o Internacional. Para o treinador, o fato de o lance ter sido validado e, logo em seguida, anulado pela arbitragem indica que houve influência externa e a diretoria deveria fazer uma "representação".

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"Eu falei com presidente, o Sampaio, a diretoria e acredito que temos de fazer uma representação. Eu estava lendo em sites, que cabe recurso, caso seja confirmado que a informação veio de fora", afirmou em entrevista à Rádio Bandeirantes.

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Kleina também acredita que a reação dos reservas do Internacional é outra evidencia de que houve informação de fora do campo na decisão do apitador. "Como uma pessoa pode levar de 3 a 4 minutos para anular? Se todos analisarem, o banco do Inter também protestou. Tudo leva a crer que teve análise por imagem", opinou o treinador.

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No último sábado, o departamento jurídico do Palmeiras havia prometido averiguar a situação para tentar anular a partida. A acusação é de que o delegado da partida, Gerson Antonio Baluta, informou o árbitro do toque de mão de Barcos. O diretor jurídico do clube, Piraci Oliveira, também ressaltou que jornalistas podem ter informado o juiz.

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