Corinthians define detalhes finais de viagem: ônibus e carne-seca

O gerente de futebol Edu Gaspar retornou do Japão na segunda-feira com poucas dúvidas sobre a viagem corintiana de dezembro

Gazeta |

Futura Press
O ex-volante Edu Gaspar é gerente do Corinthians

O gerente de futebol Edu Gaspar foi um dos primeiros funcionários do Corinthians a viajar ao Japão desde a conquista da Copa Libertadores da América. "Dá para perceber que estou cansado?", perguntou o ex-jogador, que participou de onze reuniões no país onde o time disputará o Mundial de Clubes e ainda inspecionou hotéis, locais de treinamento e estádios. Ele retornou ao Brasil na segunda-feira com poucas dúvidas sobre a viagem corintiana de dezembro, uma em relação a um percurso de ônibus e outra sobre uma iguaria da culinária nordestina.

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"São poucos detalhes a definir até lá. Está tudo muito tranquilo", avisou Edu, que inicialmente demonstrou preocupação com o transporte de uma das etapas da viagem. O Corinthians passará por Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, antes de chegar ao Japão para reduzir os efeitos do fuso horário. Quando desembarcar no Aeroporto de Narita, a delegação brasileira terá de optar entre ir de ônibus até a estação de trem de onde seguirá para Nagoya, de metrô ou até de avião.

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"Na maior parte do tempo, ficaremos hospedados em Nagoya, ao lado de Toyota, local do primeiro jogo. Chegando ao Aeroporto de Narita, fiz o caminho até Nagoya de ônibus e fiquei bem cansado. Leva uma hora e quarenta minutos até a estação de trem. Com uma delegação grande, o tempo será maior ainda. Isso sem contar a viagem de trem e os 20 minutos para ir até o hotel onde vamos ficar. Vou discutir qual é a melhor solução com a comissão técnica", comentou Edu.Apesar do desgaste que notou, o gerente de futebol recomendará o percurso de ônibus ao Corinthians. Os horários dos voos para Nagoya não coincidem com o do desembarque da equipe no Japão, enquanto o trajeto de metrô deixaria o elenco exposto ao público.

Edu também não demonstra receio com a alimentação do Corinthians no Japão. "Ficaremos em hotéis internacionais e já avisamos sobre os nossos costumes de comida. Eles foram muito solícitos. A Chris ( Christine Fernanda Neves, nutricionista ) ainda vai viajar com um chefe de cozinha do Brasil e um intérprete. Não existe nenhum tipo de problema com arroz, feijão, farofa... No Japão, há grandes mercados brasileiros. Já até recebi os endereços de alguns", contou o dirigente, antes de citar uma iguaria do agrado dos jogadores. "Se não tiver carne-seca, vamos levar um pouquinho. Só faltam esses detalhezinhos, que não preocupam."

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Os cuidados do Corinthians com todos "esses detalhezinhos", segundo Edu, surpreendeu a Fifa e a organização do Mundial de Clubes. "Nunca um clube tinha pedido tantas informações para eles como nós. Estamos prontos para mostrar a nossa grandeza, a nossa força. Algumas pessoas até dizem que os times europeus sempre levam vantagem no Mundial, mas constatei que isso não é verdade ao visitar todos os hotéis. Os japoneses fazem questão de tratar todos da mesma maneira, sem nenhum tipo de regalia", relatou o gerente de futebol, que ainda se encontrou com um cônsul brasileiro no Japão, com membros da Gaviões da Fiel local e até com um representante do neozelandês Auckland City, rival corintiano na semifinal caso vença seus dois primeiros jogos.

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