Técnico do Palmeiras já havia feito as três substituições quando meia do Palmeiras se chocou com Paulo Miranda e lesionou o joelho

Paulo Miranda e Valdivia disputam bola no primeiro tempo do clássico
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Paulo Miranda e Valdivia disputam bola no primeiro tempo do clássico

A confirmação de uma contusão complexa no joelho esquerdo deixa um clima de preocupação no Palmeiras em relação ao meia Valdívia: o prazo de recuperação pode chegar a dois meses. O técnico Gilson Kleina admite, aliás, que o próprio chileno passou por grande risco ao continuar em campo lesionado no clássico contra o São Paulo, no Morumbi.

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Valdívia sofreu a contusão em uma dividida com o zagueiro Paulo Miranda e, por alguns minutos, permaneceu no gramado mesmo com grande dificuldade de movimentação. O Palmeiras já havia feito as três alterações permitidas.

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"Foi um risco, claro, ainda mais se agravou a lesão. O doutor pediu para tirar no primeiro momento da lesão e ele quis voltar. Se é sério e você continua fazendo esforço, agrava a lesão", explicou Kleina neste sábado, antes mesmo de saber o resultado oficial do exame do atleta.

O técnico palmeirense se viu obrigado a queimar as alterações em função do péssimo desempenho da equipe diante do São Paulo. No intervalo, ele mudou duas peças: Tiago Real e Luan entraram nas vagas de Daniel Carvalho e Márcio Araújo.

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No começo do segundo tempo, Kleina observou a expulsão do lateral direito Artur e usou a última alteração por causa da contusão muscular do lateral esquerdo Juninho. Os planos de novas modificações caíram imediatamente.

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"Fizemos duas trocas para abrir a equipe, aí tivemos a expulsão e eu pensava em uma situação com o Mazinho e o Obina, mas aí o Juninho abriu o músculo. Tive que trazer o Luan e recompor o sistema defensivo", justificou Gilson Kleina.

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