Kleina implanta filosofia aos poucos e diz ainda estar se adaptando ao Palmeiras

Treinador disse que ainda quer exigir marcação mais intensa no campo do adversário

Gazeta |

Francisco De Laurentiis
Gilson Kleina: três jogos, três vitórias

Em três jogos, são três vitórias, nove gols marcados e dois sofridos. Mas a filosofia de Gilson Kleina ainda não está totalmente implementada no Palmeiras. O técnico tem contido seus anseios de exigir marcação intensa no campo adversário, como gosta, enquanto ainda se adapta ao primeiro clube grande de sua carreira.

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"Preciso de adaptação, conhecer o grupo. Vivemos o Palmeiras de manhã, de tarde e de noite, e neste inicio muita coisa boa vem acontecendo. Não tem atmosfera melhor do que se conhecer com vitória, e vou fazer de tudo para ter uma grande sequência no Palmeiras", prometeu o substituto de Luiz Felipe Scolari.

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"Fazer de tudo" significa, também, entender a necessidade de não perder ninguém machucado. "Não é da noite para o dia que se encaixa uma filosofia, um sistema de jogo. E, a dois meses do fim do ano, não posso ser louco de colocar a filosofia como quero, implementando uma marcação por pressão mais forte. De repente, essa mudança de filosofia pode lesionar. Vamos um passo de cada vez", indicou.Se não vê ainda em campo o time executando a aplicação tática que gosta, Kleina enxerga uma disposição que pode ser atribuída ao seu trabalho. Até os ‘órfãos’ de Felipão entenderam com a saída do antigo técnico a necessidade de os atletas assumirem a responsabilidade de evitar o rebaixamento do time, e todos passaram a ouvir com o atenção o tom de psicólogo do novo chefe.

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"Estamos colocando um campeonato à parte. Só vamos sair da zona de rebaixamento por trabalho e atitude, mas o principal é resgatar os jogadores, que tem condição de desenvolver um melhor futebol. Talento e qualidade eles já têm, não podemos colocar uma situação para pressioná-los mais", ensinou, repetindo em suas entrevistas coletivas a necessidade de participação dos comandados nos 11 jogos que faltam no Brasileiro.

"Uma mentalidade vencedora passa por gerir pessoas. Falar que o Palmeiras precisa conquistar é chover no molhado, mas devemos estar sempre alertas para retomarmos o foco vencedor. Se conspiramos as coisas como tem acontecido, facilita o atleta estar com disposição e motivado, como eles estão. Isso encaminha 50% da vitória", indicou.

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Com essas palavras, e o suor em campo, o Verdão tem chance de sair da zona de rebaixamento em duas rodadas caso mantenha os 100% de aproveitamento conquistados até agora com Kleina: precisará vencer o São Paulo no sábado, no Morumbi, e o Coritiba, na quinta-feira, em Araraquara.

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