Selecionado no sorteio, Paulo César de Oliveira gera insatisfação do Palmeiras, que alega ter um histórico complicado em jogos nos quais o juiz participou

O ofício enviado pelo Palmeiras à CBF solicitando a mudança de árbitro do clássico de sábado, contra o São Paulo, não vai influenciar no jogo, na opinião do são-paulino Denilson, ansioso para entrar em campo depois de ter sido baixa na rodada passada por suspensão.

Selecionado no sorteio, Paulo César de Oliveira gera insatisfação do clube alviverde, que alega ter um histórico complicado em jogos nos quais o juiz participou. Segundo o levantamento, em 29 partidas apitadas por ele, desde 1997, foram 11 pênaltis marcados contra e 17 expulsões.

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"Independentemente de quem for apitar, espero que dê o melhor de si, para que o espetáculo possa ser bem jogado e todos saiam felizes, sem culpar árbitro, sem culpar ninguém", minimizou Denilson, a dois dias do confronto, no qual está disputa a tentativa do São Paulo de se reaproximar do G-4 e do Palmeiras de fugir da zona de rebaixamento.

Até esta quinta-feira, foram vendidos antecipadamente 21 mil ingressos para a partida, incluindo a carga total de três mil disponibilizada à torcida alviverde. Com expectativa de casa cheia, o volante espera um grande confronto.

"Clássico é sempre mais prazeroso disputar. O Palmeiras mudou de técnico, vem de três vitórias consecutivas, e o São Paulo também está vivendo um momento bom. Vai ser um jogo muito disputado", analisou o camisa 15.

O duelo será às 16h (de Brasília) de sábado em virtude das eleições municipais, no dia seguinte. Apesar do ofício protolocado junto à CBF, o departamento jurídico do Palmeiras não parece otimista quanto à mudança do árbitro.

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