Titular em 29 dos 36 jogos que fez pelo Palmeiras no ano, meia alega ter importância para o grupo, especialmente quando chileno não joga

Daniel Carvalho, meia do Palmeiras
Gazeta Press
Daniel Carvalho, meia do Palmeiras

Contratado no início do ano, o meia Daniel Carvalho começou bem sua passagem pelo Palmeiras , mas uma lesão na coxa esquerda atrapalhou a sequência no clube. Depois do título na Copa do Brasil, o jogador ainda foi acusado de que estaria, com Maikon Leite, fazendo "corpo mole", por conta do longo tempo para se recuperar do problema muscular.

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Provável titular do Palmeiras na partida desta terça-feira, diante do Millionarios (Colômbia), pela Copa Sul-Americana, Daniel Carvalho tem contrato até o final do ano e seu futuro não está definido. Embora o clube ainda não tenha sinalizado interesse de renovar com o jogador, ex-Atlético-MG, ele alega ter sua importância, apesar dos poucos jogos realizados recentemente.

"Futebol são números. Estava analisando, fiz 36 jogos e em 29 deles fui titular, em todas teoricamente que o Valdivia não jogou. Se a gente contar como jogador de grupo, estou sendo útil. Pelo esquema que tem sido utilizado, jogaria um ou outro. Naturalmente ele é um ídolo, já conquistou seu espaço e eu ainda quero o meu. Não deixei a desejar", alegou o jogador.

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Apesar da constatação de que tanto com Felipão quanto com Gilson Kleina, o esquema tático dá espaço para apenas um armador, Daniel não reclama. Ciente do momento complicado que o time vive no Brasileirão, em que tenta deixar a zona de rebaixamento, o meia mostrou-se satisfeito, pois o atual treinador já cogitou escalar a equipe com os dois jogadores criativos, mas considera ser necessário manter a atual formação. "Prefiro até ficar fora, torcendo, porque ele (Valdivia) é fundamental para a equipe", alegou.

Restando 11 jogos no Campeonato Brasileiro e oito na Copa Sul-Americana, caso chegue até a final, Daniel não considera que esta sequência será decisiva para assegurar sua permanência no time. "Foi a somatória do que fiz no ano. Quem tem a preferência é o Palmeiras, não tomei nenhuma iniciativa de procurar outros clubes, o que seria normal", afirmou o meia.

Apesar dos percalços que teve durantes estes quase dez meses de Palmeiras, Daniel negou abatimento. Feliz com o ambiente no clube, o jogador valoriza as relações que cultivou no Verdão. "Que seja o melhor para mim e para o Palmeiras. Quero apenas ter a certeza de que amanhã ou depois, se eu sair, deixei grandes amigos aqui", completou o armador.

*Com Gazeta

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