Na AACD, Assunção paga 'dívida' de título e faz promessa se não cair

Volante afirmou que ele e seus colegas voltarão a ajudar a entidade caso o Palmeiras não seja rebaixado para a Série B do Brasileirão nesta temporada

Gazeta |

Marcos Assunção prometeu que, se conquistasse a Copa do Brasil, doaria cadeiras de rodas à Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). A ‘dívida’ foi paga nesta segunda-feira com a entrega de 15 cadeiras, e um novo compromisso foi firmado: o volante e seus colegas voltarão a ajudar a entidade caso o Palmeiras não seja rebaixado.

"Fazemos um rateio financeiro entre o elenco e, todo final de ano, doamos essa quantia para creches e instituições de caridade. Vamos conseguir escapar do rebaixamento e esse dinheiro será utilizado para ajudar essas pessoas que mais necessitam", prometeu Assunção, que esteve na AACD ao lado de Wesley, Mauricio Ramos e Luan e do gerente de futebol César Sampaio.

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O dirigente disse ter assumido compromissos também no caso de permanência na primeira divisão do Brasileiro, mas fez mistério. "Também tenho minhas promessas, mas é bom contar na hora de pagar", sorriu. "Viemos antes da Copa do Brasil. A vinda aqui tem carregado a bateria dos meninos e a nossa para o momento da competição. É uma troca mesmo", continuou.

A 11 jogos do final do torneio, o Palmeiras ocupa atualmente a antepenúltima colocação na liga nacional e pode deixar a zona de rebaixamento na próxima rodada. Para isso, precisa torcer na quinta-feira precisa torcer na quinta-feira para que o Coritiba perca da Ponte Preta e o Sport não derrote a Portuguesa no Canindé. Com essa combinação de resultado, os comandados de Gilson Kleina sairão da faixa de descenso no caso de vitória sobre o São Paulo.

Independentemente da promessa futura, Assunção cumpriu sua palavra. "Como eu queria muito ser campeão, veio na minha cabeça e a promessa que foi que, se conquistássemos a Copa do Brasil, eu doaria uma quantia em dinheiro que seria revertido em cadeiras de roda. Conseguimos, então estou pagando a promessa", explicou, prevendo influências boas da visita desta terça-feira.

"Chamei alguns companheiros para que pudéssemos vir aqui e fazer com que algumas pessoas sejam, ao menos, felizes. Às vezes reclamamos da vida e devemos parar porque temos tudo e, acima de tudo, saúde. Não olhamos principalmente as pessoas do hospital que tem todos esses problemas e, quando nos veem, se alegram", disse o capitão.

Wesley, que brincou com algumas crianças, gostou da visita. "Não estamos perdendo tempo vindo aqui, mas ganhando algo extraordinário por ver a alegria estampada no rosto das crianças, senhores e senhoras que estão aqui. Sabemos da luta diária de cada um deles em vencer cada etapa da recuperação. Não custa absolutamente nada vir aqui, dar um pouco de atenção e ajudar o próximo", falou o meio-campista.

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